Blog do Prof.João Baiano

EDUCAÇÃO PARA VIDA!

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

REFLEXÃO PARA A VIDA!


 









Que Deus não permita que eu perca o ROMANTISMO,

mesmo eu sabendo que as rosas não falam.

Que eu não perca o OTIMISMO, mesmo sabendo que o futuro que nos espera não é assim tão alegre.

Que eu não perca a vontade de VIVER, mesmo sabendo que a vida é, em muitos momentos, dolorosa...

Que eu não perca a vontade de ter grandes AMIGOS, mesmo sabendo que, com as voltas do mundo, eles acabam indo embora de nossas vidas...

Que eu não perca a vontade de AJUDAR as pessoas, mesmo sabendo que muitas delas são incapazes de ver, reconhecer e retribuir esta ajuda.

Que eu não perca o EQUILÍBRIO, mesmo sabendo que inúmeras forças querem que eu caia.

Que eu não perca a VONTADE de amar, mesmo sabendo que a pessoa que eu mais amo, pode não sentir o mesmo sentimento por mim...

Que eu não perca a LUZ e o BRILHO no olhar, mesmo sabendo que muitas coisas que verei no mundo,

escurecerão meus olhos...

Que eu não perca a GARRA, mesmo sabendo que a derrota e a perda são dois adversários extremamente perigosos.

Que eu não perca a RAZÃO, mesmo sabendo que as tentações da vida são inúmeras e deliciosas.

Que eu não perca o sentimento de JUSTIÇA, mesmo sabendo que o prejudicado possa ser eu.

Que eu não perca o meu forte ABRAÇO, mesmo sabendo que um dia meus braços estarão fracos...

Que eu não perca a BELEZA e a ALEGRIA de ver, mesmo sabendo que muitas lágrimas brotarão dos meus olhos e escorrerão por minha alma...

Que eu não perca o AMOR por minha família, mesmo sabendo que ela muitas vezes me exigiria esforços

incríveis para manter a sua harmonia.

Que eu não perca a vontade de doar este enorme AMOR que existe em meu coração, mesmo sabendo que muitas vezes ele será submetido e até rejeitado.

Que eu não perca a vontade de ser GRANDE, mesmo sabendo que o mundo é pequeno... E acima de tudo...

Que eu jamais me esqueça que Deus me ama infinitamente, que um pequeno grão de alegria e esperança dentro de cada um é capaz de mudar e transformar qualquer coisa, pois....

a vida é construída nos sonhos e concretizada no amor!

Autor: Chico Xavier



Governo anuncia corte recorde de R$ 50 bilhões no orçamento de 2011









Após um mês de debate interno, governo federal anunciou nesta quarta-feira (9) um corte recorde de R$ 50 bilhões no orçamento federal de 2011, o equivalente a 1,2% do Produto Interno Bruto (PIB).

O governo também lembrou que o corte do orçamento tem de ser maior neste ano porque o Congresso Nacional inflou as receitas, e consequentemente as despesas, em mais de R$ 20 bilhões na peça orçamentária de 2011.


Fim dos estímulos

"Estamos revertendo todos os estímulos que fizemos para a economia brasileira entre 2009 e 2010 por conta da crise financeira internacional. Nos últimos anos, o governo fez desonerações, concedeu subsídios e aumentou seus gastos. Isso foi muito bem sucedido, pois o país saiu rapidamente da crise. Hoje, está com a economia crescendo, com demanda frote. E já estamos retirando esses incentivos", declarou o ministro da Fazenda, Guido Mantega.


Segundo ele, os programas sociais serão preservados pelo governo, assim como os investimentos públicos. Mantega confirmou que a estratégia também visa permitir a queda da taxa de juros, atualmente em 11,25% ao ano. "Quando for o momento, não agora com a inflação neste patamar, mas quando for oportuno, o BC fará a redução de juros. A consolidação não é o tradicional ajuste fiscal que derruba a economia e que leva a uma retração do investimento e do emprego", disse ele, acrescentando que a previsão de crescimento do PIB para este ano é de 5%.


Inflação e juros

O bloqueio de gastos é uma maneira de o governo tentar combater as pressões inflacionárias, e, com isso, permitir uma política mais suave para a taxa básica de juros. Em janeiro, o Banco Central elevou a taxa juros para 11,25% ao ano, e a expectativa de analistas dos bancos é de que os juros básicos da economia avancem para até 12,50% ao ano até o fim de 2011.


Ao cortar gastos, o Ministério da Fazenda busca cumprir a meta cheia de superávit primário (economia para pagar juros da dívida pública e tentar manter sua trajetória de queda) de R$ 117,9 bilhões em 2011 (2,9% do PIB). Com isso, também visa ajudar na contenção da demanda e facilitar o trabalho do BC no atingimento da meta de inflação - por meio da definição da taxa de juros.


Para este ano e para 2012, a meta central de inflação é de 4,5%, com um intervalo de tolerância de dois pontos percentuais para cima ou para baixo. Com o intervalo de tolerância, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), utilizado como referência no sistema de metas, pode oscilar entre 2,5% e 6,5% sem que a meta seja formalmente descumprida. Em janeiro, o IPCA avançou 0,83%, o maior crescimento desde abril de 2005.


Na ata da última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), quando a autoridade monetária informou quais fatores influenciaram a decisão de subir os juros, o BC avaliou que os "desenvolvimentos no âmbito fiscal" (contas públicas) são "parte importante do contexto" no qual decisões futuras de política monetária (definição dos juros) serão tomadas. Isso quer dizer que o BC ainda não incorporou em seus modelos o corte no orçamento.


PIB e superávit primário

O governo manteve a previsão de que o PIB avançará 5% neste ano, mas revisou o valor do PIB nominal esperado para 2011 de R$ 3,92 trilhões para R$ 4,05 trilhões. Com isso, a meta de superávit primário de todo o setor público para este ano, que é de R$ 117,9 bilhões, passará a corresponder a 2,9% do PIB. Com o PIB anterior, de R$ 3,92 trilhões, a meta de superávit primário (economia para pagar juros da dívida pública e tentar manter sua trajetória de queda) correspondia a cerca de 3% do PIB.


Cortes no orçamento nos últimos anos

Antes de 2011, o maior bloqueio anunciado no orçamento federal havia ocorrido no início de 2010, quando R$ 21,8 bilhões (0,63% do PIB no início daquele ano) foram contingenciados.No decorrer do ano passado, o governo cortou mais R$ 10 bilhões em gastos no orçamento, mas, no decorrer do ano, liberou boa parte dos valores bloqueados (cerca de R$ 23 bilhões).

Na proporção com o PIB, o maior corte aconteceu em 2003, quando foram contingenciados R$ 14,3 bilhões, ou 0,91% do PIB estimado no início do ano. Naquele momento, o novo governo, do então presidente Luiz Inácio Lula da Silva, assumiu sob forte desconfiança dos mercados e elevou o superávit primário para mandar um sinal positivo aos economistas.


Para 2011, o ministro Mantega já anunciou que a intenção do governo é de não reverter os cortes anunciados. Entretanto, não assegurou que os cortes não serão revertidos. "A nossa intenção é manter até o fim do ano, mas nada impede que haja alguma mudança pontual nesse quadro, mesmo porque, a cada bimestre temos de rever a arrecadação, como está indo a despesa. É diferente de outros anos quando voce contingenciava e depois devolvia os recursos. Será mais drástico neste ano [o ajuste fiscal]", disse o ministro.
                                                                       
                                                                        ( com informações do Banco do Brasil)



terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Nice Lobão foi a mais ausente na Câmara, diz Congresso em Foco!


Um grupo de deputados caminha para o final do mandato com uma marca pouco lisonjeira. São os dez parlamentares que acumularam maior número de faltas na Câmara durante toda a legislatura. Na média, eles não estavam presentes em quase metade dos 422 dias com sessões reservadas a votações no plenário ocorridas entre fevereiro de 2007 e dezembro de 2010. Três deles mais faltaram do que registraram presença.

A lista dos deputados que menos compareceram ao plenário na atual legislatura é composta por representantes de nove estados e oito partidos políticos. Encabeçam a relação os deputados Nice Lobão (DEM-MA), Jader Barbalho (PMDB-PA), que renunciou ao mandato em novembro, Vadão Gomes (PP-SP), Ciro Gomes (PSB-CE) e Marina Magessi (PPS-RJ). Marcos Antonio (PRB-PE), Miguel Martini (PHS-MG), Fernando de Fabinho (DEM-BA), Silas Câmara (PSC-AM) e Alexandre Silveira (PPS-MG) completam o ranking dos dez parlamentares que somaram mais ausências nos últimos quatro anos. De todos, apenas três foram reeleitos: Nice Lobão, Silas Câmara e Alexandre Silveira.






Fonte: Congresso em Foco, com base em dados da Câmara





Em tese, faltar a uma sessão deliberativa implica corte no salário. Mas, na prática, os parlamentares pouco sentem o peso de suas ausências no bolso. Das 1.862 faltas acumuladas por esses dez deputados, 1.713 (92%) foram abonadas pela Câmara, com a apresentação de justificativas, como problemas de saúde e compromissos políticos. Só 149 das ausências ficaram sem explicações, ou seja, sujeitas a desconto.



Os dados fazem parte de levantamento exclusivo do Congresso em Foco com base em informações oficiais da Câmara. Como as razões aceitas pela Casa vão além dos problemas de saúde, a pesquisa considera as ausências justificadas e as ausências sem justificativas. Os motivos apresentados por cada parlamentar, porém, não são divulgados pela Casa. Para saber as razões das faltas, o site entra em contato com os próprios parlamentares, que apresentam suas explicações. Desta vez, no entanto, nenhum dos dez retornou o contato feito pela reportagem.



Sem explicação



Entre os dez deputados mais ausentes, Jader Barbalho foi quem acumulou mais faltas sem justificativas. O deputado renunciou ao mandato em 30 de novembro do ano passado, alegando que protestava contra a decisão da Justiça eleitoral que barrou sua candidatura ao Senado com base na Lei da Ficha Limpa. Jader faltou a 216 (61,4%) dos 422 dias em que houve sessão deliberativa. Deixou 45 das ausências sem explicações.



O peemedebista tenta na Justiça provocar nova eleição para o Senado no Pará. Mesmo ausente, o paraense controlava no ano passado um orçamento de mais de R$ 7 bilhões por meio de afilhados políticos nos governos federal e estadual, conforme mostrou o Congresso em Foco. Em relação às justificativas de suas ausências, ele nunca retornou os contatos feitos pelo site.



Depois de Jader, quem menos justificou suas faltas no grupo dos dez menos assíduos da legislatura foi Ciro Gomes. O ex-governador do Ceará, que não disputou as eleições de 2010, esteve presente em 224 (54,4%) dos 412 dias com sessão deliberativa de que deveria ter participado. Ele justificou 147 ausências e deixou 41 sem justificativa. Ciro também nunca retornou ao site para explicar suas ausências justificadas. O terceiro colocado em faltas sem justificativas, entre os dez que menos compareceram ao plenário na legislatura, foi Marcos Antonio. O pernambucano deixou 18 faltas sem explicações.



De saúde a “caô”



O levantamento sobre a assiduidade parlamentar é realizado pelo site a cada seis meses. Em reportagens anteriores, alguns dos dez deputados que menos compareceram ao plenário chegaram a justificar suas ausências. Nice Lobão e Miguel Martini, por exemplo, explicaram que suas faltas ocorreram por problemas de saúde.



Dos 422 dias de sessões deliberativas em plenário em toda a legislatura, Nice Lobão compareceu apenas em 182 delas (43,1%). Em agosto do ano passado, a parlamentar contou ao Congresso em Foco que problemas na coluna e no joelho a impediam de ir às sessões plenárias. A justificativa foi referente às faltas no primeiro semestre de 2010. Mas em anos anteriores a parlamentar também figurava entre os mais ausentes.



No caso do deputado Miguel Martini, 65% de suas ausências ocorreram no ano de 2009. Ao site, em fevereiro do ano passado, o parlamentar explicou pessoalmente que, naquele ano, havia se submetido a um tratamento de quimioterapia, tendo ficado seis meses em recuperação. Ao todo, Martini teve 169 ausências em sessões plenárias durante toda a legislatura. Todas as faltas foram justificadas.



A deputada Marina Maggessi também justificou a maioria de suas faltas. Mas, ao menos em relação às ausências de 2009, a parlamentar não havia faltado por problemas de saúde. Marina justificou que, como presidente da Comissão de Segurança Pública, lhe era garantida a “prerrogativa” de não ir ao plenário. Em reportagem publicada em fevereiro de 2010, Marina considerou que presença em plenário era “caô”, uma gíria usada para designar algo falso, enganação.



“O meu partido vive em obstrução. Aquele plenário não me atrai. Não vejo nada de produtivo naquilo, é uma mentira aquele voto em plenário, estou falando isso de coração”, criticou a deputada. “Voto em plenário é ‘caô’, uma expressão que a gente usa muito no Rio”, disse Marina.

Os dez deputados mais ausentes foram procurados por e-mail e por telefone para esclarecer suas ausências. Como nenhum deles retornou o contato, o Congresso em Foco reitera que os deputados podem procurar o site a qualquer tempo para apresentar as suas justificativas.
                                                                                                       (Cogresso em Foco)


































RICARDO MURAD RETORNA PARA A SECRETARIA DE SAÚDE DO ESTADO!








O secretário de Estado de Saúde, Ricardo Murad (PMDB), tomou posse no Palácio dos Leões na manhã desta segunda-feira (5). Após se reunir com a governadora Roseana Sarney para assinar o Termo de Posse, o novo secretário foi recepcionado na Secretaria de Estado da Saúde (SES), no bairro do Calhau.

Entre os presentes na solenidade estavam o presidente da Assembléia Legislativa Arnaldo Melo (PMDB), deputados federais, deputados estaduais, secretários de Estado, funcionários da secretaria e prefeitos municipais, entre eles o de Imperatriz Sebastião Madeira (PSDB), de Caxias Humberto Coutinho (PDT) e de Bacabal Raimundo Lisboa, que devem assumir parceiras com o Estado, além de um grande público.

Em seu discurso de posse, Ricardo Murad, acompanhado do ex-secretário José Márcio Leite, citou a situação da saúde pública no Maranhão. Ele afirmou que entregará os 72 hospitais do programa ‘Saúde é Vida’ e reforçou sobre a importância de criar parcerias com administrações municipais e federais.




“Iremos trabalhar 24hs. Vamos dar ao povo do Maranhão o sistema de saúde que tanto desejam”, disse o novo secretário. Sobre as parcerias, enfatizou que os prefeitos são parcelas significativas para o funcionamento do Governo ao administrar o Estado."

“Ricardo vai tocar o projeto de saúde com eficiência e qualidade”, declarou o deputado estadual Manoel Ribeiro. Já o secretário do Trabalho e Economia Solidária (Setres), José Antônio Heluy, afirmou: “A secretaria de Saúde é um desafio em todos os governos do Brasil, e sei que Ricardo fará um grande esforço e agirá com competência para melhorá-la”.

Edivaldo Holanda critica a volta de Ricardo Murad à Secretaria de Saúde do Estado!




O líder da Oposição na Assembleia Legislativa, deputado Edivaldo Holanda (PTC), declarou  que é preocupante a notícia de que o deputado Ricardo Murad voltou ao cargo de secretário de Saúde do Estado. Na avaliação de Holanda,  a governadora Roseana Sarney  novamente com  este gesto representará uma grave ameaça ao povo do Maranhão.

“Como vem sendo cogitado pela imprensa oficial deste governo, então as crianças e demais pacientes necessitados de tratamento médico vão ter que se mudar no mínimo para o Estado do Ceará, porque o Estado do Piauí há tempos já não atende mais os maranhenses”, afirmou o líder da Oposição.

Ele foi enfático ao afirmar que o governo de Roseana Sarney, às vistas da população, tem reiteradamente pego o dinheiro do povo e trocado sistematicamente por apoio eleitoral. “Este governo”, explicou Holanda, “troca os recursos públicos dos SUS por votos. Com isto, o governo mostra que governar é desdenhar, é desrespeitar e é trair a confiança das pessoas”.

O líder oposicionista acrescentou que o projeto de construção de mais de 70 hospitais “é fantasioso e patina num mar de corrupções, incertezas e insatisfações. Pois é um projeto megalomaníaco com fins eleitoreiros, cujo sucesso até agora, se houver, terá sido na área apenas e unicamente das irregularidades”.

Citando reportagem publicada no Jornal Pequeno, Edivaldo Holanda denunciou que o corte de recursos da saúde põe crianças sob risco em municípios de todas as regiões do Estado: “Há 13 meses, exatamente o tempo deste governo, foram cortados recursos importantes das principais prefeituras do Maranhão, dentre elas a de Porto Franco, de Caxias e de Coroatá”.

Segundo Edivaldo Holanda, o município de Caxias, que possui uma população de 150 mil habitantes, já perdeu praticamente R$ 8 milhões nesses 13 meses. O prefeito de Caxias, Humberto Coutinho, já denunciou que são exatamente R$ 602 mil cortados todos os meses desde que a governadora assumiu o mandato, em abril de 2009.

Na avaliação de Edivaldo Holanda, o mais grave é que o Governo Estadual cortou, unilateralmente, os recursos de Caxias e de outros municípios. Para o deputado oposicionista, o retorno de Ricardo Murad à Secretaria de Saúde significa a volta do atraso, do desmantelo e da falta de respeito para com a vida.

“ Ricardo Murad voltando para a Secretaria de Saúde é porque então a governadora Roseana está satisfeita com a perseguição movida contra o povo de Porto Franco, de Coroatá, de Caxias e de tantos outros municípios deste Estado que estão vivendo uma situação de penúria por não rezarem na cartilha da governadora do Maranhão”, denunciou Edivaldo Holanda.

Ao encerrar seu discurso, o líder da Oposição foi enfático ao afirmar que, mesmo diante de tantas agruras, a sociedade maranhense não pode perder a esperança. “O que nos traz esperança são as eleições de 3 de outubro, dia em que a população do Maranhão haverá de dar uma resposta contra toda esta perseguição que é movida pelo atual governo contra o nosso povo”, ressaltou o deputado.
















segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

A juventude sem limites!








Juventude, fase de descobertas e aprendizado. Muitas emoções vêm à tona e surge o desejo de vivê-las intensamente. Mas, para alguns, essa impetuosidade vai muito além das regras e dos limites da sociedade e a procura por diversão pode ter consequências como vícios, doenças sexualmente transmissíveis, acidentes e até gravidez precoce.

A maioria dos jovens  começa a ter atitudes agressivas e comportamentos inadequados  na infância. “As crianças sinalizam todos os dias aquilo que elas necessitam dos pais: carinho, atenção, regras. Quando não recebem, ao se tornarem adolescentes e adultos vão buscar esses limites na sociedade; eles querem afrontá-la e testar até onde podem ir”.

A juventude é uma fase em que ela é o que precisa, é sedenta por aventuras,quer ter controle sobre a própria vida, vivenciar emoções.

Os jovens procuram drogas na tentativa de preencher uma sensação de vazio, para parecer uma pessoa que não são ou para não serem diferentes do grupo.

Quem pensa só no prazer está colocando a saúde e a família em risco e nem todos os erros são passíveis de correção.

                                                                                                                    (Prof.João Baiano)







sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

OBRIGADO QUERIDOS LEITORES PELAS MAIS DE 30 MIL VISITAS!









Venho através deste blog no qual sou proprietário, agradecer pelas mais de 30 mil visitas. Quatro coisas são essenciais para o sucesso: Trabalhar e orar, pensar e acreditar.

Para o sucesso, atitude é igualmente tão importante quanto capacidade.

Não há nenhum segredo para o sucesso. É o resultado de preparação, trabalho duro, e aprender com o fracasso.

A corrida para a excelência não tem linha de chegada como muitos pensam.

A diferença entre um homem de sucesso e outro orientado para o fracasso é que um está aprendendo a errar, enquanto o outro está procurando aprender com os seus próprios erros como eu humildemente tenho procurado fazer.

Quando vejo e analiso  que a maioria das pessoas teria sucesso em coisas pequenas, se eles não estivessem preocupados com grandes ambições. Tenho observado o crescimento do meu blog e afirmo que é o blog que mais cresce em Coroatá! A inveja só tem causado palavras perversas daqueles que se engasgam com o seu próprio vômito. É triste vê alguns que se dizem ás vezes amigos falar besteira da minha pessoa e deste blog também, afirmando que tem muitos erros! tenho a humildade de dizer que é verdade,mas afirmo que foi com esses erros que tenho aprendido cada vez mais, pois não sou perfeito e aqui está a resposta do meu reconhecimento perante a sociedade coroataense, sendo que é magnífico o crescimento semanal do blog COROATÁ JORNALISMO!

Abraços socialistas do Prof.João Baiano a todos os meus queridos leitores...












quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Leia o discurso de posse de José Sarney após ser eleito presidente do Senado pela quarta vez!




"Minhas estimadas Senadoras, meus queridos colegas Senadores,Minha gratidão às Senadoras e aos Senadores que, pela quarta vez, me convocam e elegem para presidir a Casa, nesta 54ª Legislatura. Não desejava o encargo, dele não pude fugir, tendo na carne o alto preço do exercício destas funções. A confiança dos meus ilustres colegas conforta, redime e aumenta as minhas responsabilidades. Tenho visão desses compromissos com as Instituições, com a independência do Poder Legislativo, principalmente de nossa Casa, que jamais pode ser submissa a nenhum Poder, nem tampouco afastada do espaço comum do interesse nacional, que não comporta paixão e partidarismos.

É a Constituição que define nosso rumo ao traçar que os Poderes são harmônicos, mas — acrescenta como dever — independentes.Temos que participar da formulação das políticas públicas, influir nas decisões, opinar, resistir e apoiar no que for do interesse nacional.

Acredito que tenha predominado no exame que levou à escolha de meu nome a graça da vida que me faz o mais antigo parlamentar na História da República, com 56 anos de mandatos, dos quais cinco no Senado, onde já passei 35 anos — o que mais tempo passou aqui, ultrapassando mesmo o nosso patrono, Rui Barbosa.

Aqui passei minha vida desde 1955, quando entrei na Câmara dos Deputados, até hoje, acompanhando momentos dramáticos de nossa História, como assistente, participante e protagonista. Vi duas ditaduras, alguns golpes de Estado, dois fechamentos do Congresso, sendo sempre um homem de diálogo e conciliação, sem abrir mão dos meus princípios democráticos, que não se resumiram a palavras, mas ações, presidindo o governo da Nova República, convocando a Constituinte, assegurando sua liberdade, a Constituição, concluindo a anistia, presidindo quatro eleições, legalizando os partidos banidos por razões ideológicas. Aqui, sempre ao lado de Petrônio Portela, Teotônio Vilela, Daniel Krieger, Ulisses Guimarães, Franco Montoro, Tancredo Neves, Itamar Franco e outros, trabalhei para encontrar um caminho para sairmos do governo autoritário. Nos primeiros dias de abril de 1964, quando o receio tomava conta de todos, levantei a minha voz e protestei contra a cassação de mandatos. Como Governador fui o único a não concordar com o AI-5 e renunciando à Presidência do PDS tornei viável a formação da Aliança Democrática que elegeu Tancredo Neves.

Só a paixão da vida pública, com sua carga de idealismo e doação que é maior que a paixão da própria vida, me afasta do meu bem estar pessoal. Hoje, com mais razão, avalio bem a dimensão desse sacrifício pessoal. Entre eles está o de me afastar da literatura, outra grande paixão que me acompanha desde a mocidade. Escrevi mais de 60 títulos de livros, romances, poesias, ensaios políticos, conferências, discursos, crônicas jornalísticas, e já fui traduzido em 12 idiomas. Participo de sociedades de letras e científicas do Brasil e do mundo, sendo hoje também o Decano da Academia Brasileira de Letras.Fora da literatura, dediquei toda a minha vida ao serviço público, a maior parte ao Congresso Nacional e especialmente ao Senado Federal. Os próprios corredores me conhecem quando passo. Fui da Banda de Música, onde ao lado de Afonso Arinos, Carlos Lacerda, Adauto Lúcio Cardoso, Aliomar Baleeiro, Bilac Pinto, Prado Kelly, que tocavam instrumentos mais sofisticados. Eu, bem moço, vice-líder, tocava pequenos sinos. Sempre trabalhei pela realização plena da democracia, pelo cumprimento estrito dos mandatos que recebi pelo voto popular.

Mas não tenho olhos voltados para o passado. Desde que comecei como político eu sempre procurei caracterizar-me como um homem do meu tempo. Aqui, quando cheguei, fui um dos responsáveis, com Carvalho Pinto e Franco Montoro, pela comissão que esquematizou o que é hoje o Prodasen. Como Presidente, levei a informatização a todos os gabinetes e ao plenário. O planejamento de nosso trabalho permitiu colocar em dia os anais e diários da Casa, atrasados em anos. Correspondem a minhas gestões, também, as várias iniciativas que formam o modelar sistema de comunicações do Senado, cujo último avanço foi a TV digital, e que é o nosso grande instrumento de transparência democrática. Levaremos a TV aberta a todos os Estados. Em 2010, nosso Alô Senado — call center para interagir com o povo brasileiro — recebeu 2,5 milhões de chamadas, a Agência Senado teve 20 milhões de acessos. O Siga Brasil permite ao cidadão comum acompanhar a execução do orçamento.

Iniciaremos nesse novo mandato a integração com as redes sociais, Facebook, YouTube, Twitter. O LexML criou um novo paradigma na consulta às leis e à jurisprudência. Levar o Senado a participar na vida dos cidadãos, dele se aproximar mais, para sempre melhorar nossa eficiência e a qualidade de nosso trabalho de legislador, controlar, fiscalizar e acompanhar o rumo da administração pública.

Na área administrativa, tivemos a redução de 51% das funções comissionadas — mais de 2 mil; reforma nos contratos de fornecimento de mão-de-obra; o Portal da Transparência abriu as informações sobre contratos, verba indenizatória e recursos humanos do Senado Federal; fizemos a regulamentação do Boletim Administrativo de Pessoal eletrônico com a determinação de publicação de diversos atos no Diário do Senado Federal e no Diário Oficial da União; o recadastramento de todos os servidores do Senado Federal e a implantação do Plano de Carreira valorizaram os servidores; as horas extras tiveram uma queda de aproximadamente 90%.

Hoje aqui trabalhamos até no recesso. A Secretaria-Geral da Mesa preparou documentos que se relacionam ao final da 53ª legislatura e ao início da nova. A diretriz que permeou a sua realização sempre foi a da precisão e da pronta disponibilidade, em meio magnético e impresso, das informações e registros legislativos do Senado Federal e do Congresso Nacional. Sobre as bancadas as Senhoras e os Senhores encontrarão: o Relatório Anual da Presidência, com toda a atividade legislativa desempenhada pelas Senhoras e Senhores Senadores no ano de 2010; a Consolidação das Resoluções sobre normas financeiras; e a Consolidação da Resolução da Comissão Mista de Planos, Orçamentos Públicos e Fiscalização — CMO.A Constituição Federal, atualizada até a Emenda nº 66, a Consolidação do Regimento Interno do Senado Federal (volumes I e II), e a Consolidação do Regimento Comum do Congresso Nacional foram encaminhadas pela Presidência a todas as Senhoras e Senhores Senadores.

Durante o meu último mandato como Presidente do Senado, tivemos uma enorme produção legislativa. No ano de 2009, o Senado Federal apreciou 1.873 matérias, sendo que dessas 1.675 foram aprovadas. No ano de 2010, o Senado Federal apreciou 1.415 matérias, sendo que dessas 1.215 foram aprovadas. Nesses anos, tivemos a apreciação de 162 matérias nas sessões conjuntas do Congresso Nacional, sendo que, além dos projetos de lei, foram apreciados 1.112 vetos presidenciais. Os projetos de lei das diretrizes orçamentárias para 2010 e 2011 foram aprovados no prazo constitucional.

Encaminhamos à Câmara Federal os projetos — desenvolvidos por comissões especiais — dos Códigos do Processo Penal e do Processo Civil. Já começamos e temos pela frente o trabalho dos Códigos de Defesa do Consumidor e Eleitoral. Faremos também uma comissão especial para tratar da prevenção de acidentes naturais, como tivemos a Comissão da Crise, que acompanhou as repercussões no Brasil dos acontecimentos internacionais. São matérias urgentes as Reformas Política e Eleitoral, a finalização da legislação relativa ao Pré-Sal e o grave problema das medidas provisórias.

Senhoras Senadoras, Senhores Senadores,O processo parlamentar tem seu rito que pode, muitas vezes, parecer lento. É difícil e raro que a tramitação de um projeto aconteça da noite para o dia, e é da essência do processo parlamentar o amadurecimento das idéias. Na preparação dos projetos, contamos com o trabalho das consultorias, com sua equipe de técnicos altamente qualificados, que aportam importantes contribuições. Aprendemos em seguida o exercício de paciência que é seguir o longo caminho das Comissões especializadas, das audiências públicas, dos debates que envolvem as prioridades políticas. A atividade parlamentar há muito se afastou da antiga tradição dos grandes discursos para se transformar num trabalho técnico, de estudos acurados, de trabalho de equipe. Nossos holofotes se deslocam do plenário para as Comissões especializadas.

O parlamento, hoje, tem que acompanhar as informações em tempo real, em todas as suas consequências, inclusive a de precisarmos, todos os membros do Parlamento, nas duas Casas, legitimar a todo instante o mandato que nos foi conferido pelo voto popular. Se perdemos o contato com a realidade, nossa representatividade pode se esvair em um instante.

Repito ainda uma vez que tenho deveres de amizade, tenho deveres partidários, tenho deveres políticos, mas que não será com o Senado que resgatarei qualquer dever de amizade, qualquer dever político ou qualquer dever partidário. Acima de tudo isso estão a independência, a autonomia, a dignidade e os grandes interesses da nossa Casa, que superam todos os outros valores.Ao mesmo tempo, dividirei minhas funções com os nossos colegas, pois minha missão não é solitária. Acredito que esta é uma missão colegiada, que começa comigo, se prolonga na Mesa e termina no Plenário com as Senadoras e os Senadores. Sem eles, sem o apoio da Casa, sem a compreensão da Casa, nada pode ser feito.

Quero o apoio de todos, suas sugestões e propostas. É meu estilo administrar em equipe, dividindo tarefas e encargos, e convocando todos para trabalhos específicos, sem discriminação. A participação de todos e cada um não só será bem recebida, como é necessária. Estarei sempre à espera de seus conselhos e orientações, com os quais poderemos executar o grande programa que temos pela frente.

Perseverarei na modernização administrativa, na qualidade de nossos servidores, na modernização e na criação de novos instrumentos de trabalho, com olhos na moralização, eficiência e inovação.

Eu quero agradecer às Senadoras e aos Senadores que me elegeram. Finalmente, peço licença para encerrar estas palavras agradecendo a Deus o destino que Ele me reservou e pedindo Sua permanente proteção.

Tenho, nesta posse, o gosto da despedida, pois cumprirei o meu último mandato, quando espero fazer, com a sua ajuda, todo o esforço, toda a doação de mim mesmo para servir esta Casa que é um pouco da minha vida e do meu amor."