Blog do Prof.João Baiano

EDUCAÇÃO PARA VIDA!

terça-feira, 10 de agosto de 2010

Dilma Rousseff é entrevistada pelo Jornal Nacional



DILMA EM ENTREVISTA AO JORNAL NACIONAL











A candidata do PT à Presidência da República, Dilma Rousseff, foi entrevistada ao vivo nesta segunda-feira (9) no Jornal Nacional pelos apresentadores William Bonner e Fátima Bernardes. A candidata Marina Silva (PV) será entrevistada na terça-feira e José Serra (PSDB), na quarta. A ordem das entrevistas foi definida em sorteio.


Veja ao lado a íntegra, em vídeo, da entrevista com Dilma Rousseff. Ela respondeu a perguntas dos entrevistadores durante 12 minutos. Abaixo, leia a transcrição das perguntas e respostas.


William Bonner: O Jornal Nacional dá início nesta segunda-feira a uma série de entrevistas ao vivo com os principais candidatos à presidência da República. Nós vamos abordar aqui temas polêmicos das candidaturas e também confrontar os candidatos com suas realizações em cargos públicos. É claro que não seria possível esgotar esses temas todos em uma única entrevista, mas nas próximas semanas os candidatos estarão também no Bom Dia Brasil e no Jornal da Globo.



O sorteio realizado com a supervisão de representantes dos partidos determinou que a candidata do PT, Dilma Rousseff, seja a entrevistada de hoje. Nós agradecemos a presença da candidata.



Boa noite, candidata.Dilma Rousseff: Boa noite.William Bonner: E informamos também que o tempo de 12 minutos da entrevista começa a contar a partir de agora.


Candidata, o seu nome como candidata do PT à Presidência foi indicado diretamente pelo presidente Lula, ele não esconde isso de ninguém. Algumas pessoas criticaram, disseram que foi uma medida autoritária, por não ter ouvido as bases do PT. Por outro lado, a senhora não tem experiência eleitoral nenhuma até esse momento. A senhora se considera preparada para governar o Brasil longe do presidente Lula?



Dilma Rousseff: Olha, William, olha, Fátima, eu considero que eu tenho experiência administrativa suficiente. Eu fui secretária municipal da Fazenda, aliás, a primeira secretária municipal da Fazenda de capital. Depois eu fui sucessivamente, por duas vezes, secretária de Energia do Rio Grande do Sul. Assumi o ministério de Minas e Energia, também fui a primeira mulher, e fui coordenadora do governo ao assumir a chefia da Casa Civil, que vocês sabem, é o segundo cargo mais importante na hierarquia do governo federal. Então, eu me considero preparada para governar o país. E mais do que isso, eu tenho experiência, eu conheço o Brasil de ponta a ponta, conheço os problemas do governo brasileiro.



William Bonner: Mas a sua relação com o presidente Lula, a senhora faz questão de dizer que é muito afinada com ele. Junto a isso, o fato de a senhora não ter experiência e ter tido o nome indicado diretamente por ele, de alguma maneira a senhora acha que isso poderia fazer com que o eleitor a enxergasse ou enxergasse o presidente Lula atualmente como um tutor de seu governo, caso eleita?



Dilma Rousseff: Você sabe, Bonner, o pessoal tem de escolher o que é que eu sou. Uns dizem que eu sou uma mulher forte, outros dizem que eu tenho tutor. Eu quero te dizer o seguinte: a minha relação política com o presidente Lula, eu tenho imenso orgulho dela. Eu participei diretamente com o presidente, fui braço direito e esquerdo dele nesse processo de transformar o Brasil num país diferente, num país que cresce, distribui renda, em que as pessoas têm primeira vez, depois de muitos anos, a possibilidade de subir na vida. Então, não vejo problema nenhum na minha relação com o presidente Lula. Pelo contrário, eu vejo que até é um fator muito positivo, porque ele é um grande líder, e é reconhecido isso no mundo inteiro.



Fátima Bernardes: A senhora falou de temperamento. Alguns críticos, muitos críticos e alguns até aliados falam que a senhora tem um temperamento difícil. O que a gente espera de um presidente é que ele, entre outras coisas, seja capaz de fazer alianças, de negociar, ter habilidade política para fazer acordos. A senhora de que forma pretende que esse temperamento que dizem ser duro e difícil não interfira no seu governo caso eleita?



Dilma Rousseff: Fátima, estava respondendo justamente isso, eu acho que têm visões construídas a meu respeito. Eu acho que sou uma pessoa firme, acho que em relação aos problemas do povo brasileiro eu não vacilo. Acho que o que tem que ser resolvido prontamente, nós temos que fazer um enorme esforço. Eu me considero hoje, até pelo cargo que ocupei, extremamente preparada no sentido do diálogo. Nós, do governo Lula, somos eminentemente um governo do diálogo. Em relação aos movimentos sociais, você nunca vai ver o governo do presidente Lula tratando qualquer movimento social a cassetete. Primeiro nós negociamos, dialogamos. Agora, nós também sabemos fazer valer a nossa autoridade. Nada de ilegalidade nós compactuamos.



Fátima Bernardes: Agora, no caso, por exemplo, a senhora falou de não haver cassetete, mas talvez seja a forma de a senhora se comportar. O próprio presidente Lula, este ano, em discurso durante uma cerimônia de posse de ministros, ele chegou a dizer que achava até natural haver queixas contra a senhora, mas que ele recebeu na sala dele várias pessoas, colegas, ex-ministros, ministros, que iam lá se queixar que a senhora maltratava eles.




Dilma Rousseff: Olha, Fátima, é o seguinte, no papel, sabe dona de casa? No papel de cuidar do governo é meio como se a gente fosse mãe, tem uma hora que você tem de cobrar resultado. Quando você cobra resultados, você tem de cobrar o seguinte: olha, é preciso que o Brasil se esforce, principalmente o governo, para que as coisas aconteçam, para que as estradas sejam pavimentadas, para que ocorra saneamento. Então tem uma hora que é que nem, você imagina lá sua casa, a gente cobra. Agora, tem outra hora que você tem de incentivar, garantir que a pessoa tenha estímulo para fazer.



Fátima Bernardes: Como mãe eu entendo, mas, por exemplo, como presidente não tem uma hora que tem que ter facilidade de negociar, por exemplo, futuramente no Congresso, futuramente com líderes mundiais, ter um jogo de cintura ai?William Bonner: O presidente falou em maltratar, não é, candidata?



Dilma Rousseff: Não, o presidente não falou em maltratar, o presidente falou que eu era dura.



William Bonner: Não, ele disse isso. A senhora me perdoe, mas o discurso dele está disponível. Ele disse assim: as pessoas diziam que foram maltratadas pela senhora. Mas a gente também não precisa ficar nessa questão até o fim da entrevista, têm outros temas.




Dilma Rousseff: É muito difícil, depois de anos e anos de paralisia, e houve isso no Brasil. O Brasil saiu de uma era de desemprego, desigualdade e estagnação para uma era de prosperidade. Nós tínhamos perdido a cultura do investimento, aí houve uma força muito grande da minha parte nesse sentido, de cumprir meta, de fazer com que o governo Lula fosse esse sucesso que tenho certeza que está sendo.




William Bonner: A senhora tem agora na sua candidatura, além do apoio do presidente, alianças formadas para essa sua candidatura. Por exemplo, a do deputado Jader Barbalho, a do senador Renan Calheiros, da família Sarney, a senhora tem o apoio do ex-presidente Fernando Collor. São todas figuras da política brasileira, que, ao longo de muitos anos, o PT, o seu partido, criticou severamente, eram considerados como oligarcas pelo PT. Onde foi que o PT errou, ou melhor, quando foi que ele errou: quando fez aquelas críticas todas ou está errando agora, quando botou todo mundo debaixo do mesmo guarda-chuva?



Dilma Rousseff: Eu perguntava outra coisa: onde foi que o PT acertou? Quando percebeu que governar um país com a complexidade do Brasil implica necessariamente na sua capacidade de construir uma aliança ampla. O PT não tinha experiência de governo, agora tem. Nós não erramos e vou te explicar em que sentido: não é que nós aderimos ao pensamento de quem quer que seja. O governo Lula tinha uma diretriz: focar na questão social, fazer com que o país tivesse a seguinte oportunidade, primeiro, de um país que era considerado dos mais desiguais do mundo, diminuir em 24 milhões a pobreza. Um país em que as pessoas não subiam na vida elevar para as classes médias 31 milhões de brasileiros. Para fazer isso, quem nos apóia, aceitando os nossos princípios e aceitando as nossas diretrizes de governo, a gente aceita do nosso lado. Não nos termos de quem quer que seja, mas nos termos de um governo que quer levar o Brasil para um outro patamar.



William Bonner: O resumo é: o PT não errou nem naquela ocasião, nem agora.



Dilma Rousseff: Não, eu acho que o PT não tinha tanta experiência, sabe, Bonner, eu reconheço isso. Ninguém pode achar que um partido como o PT, que nunca tinha estado no governo federal, tem, naquele momento, a mesma experiência que tem hoje. Acho que o PT aprendeu muito, mudou, porque a capacidade de mudar é importante.



William Bonner: O PT tem hoje nas costas oito anos de governo, então é razoável que a gente tente abordar aqui alguma das realizações. Vamos discutir um pouco o desempenho do governo em algumas áreas, começando pela economia. O governo festeja, comemora muito melhoras da área econômica, no entanto, o que a gente observa, é que quando se compara o crescimento do Brasil com países vizinhos, como Uruguai, Argentina, Bolívia, e também com aqueles pares dos Brics, os chamados países emergentes, como China, Índia, Rússia, o crescimento do Brasil tem sido sempre menor do que o de todos eles. Por quê?



Dilma Rousseff: Eu acredito que nós tivemos um processo muito mais duro no Brasil com a crise da dívida e com o governo que nos antecedeu. Eu acho que o Uruguai e a Bolívia são países, sem nenhum menosprezo, acho que os países pequenos têm que ser respeitados, do tamanho de alguns estados menores no Brasil, que é um país de 190 milhões de habitantes. Nós tivemos um processo no Brasil muito duro. Quando chegamos no governo, a inflação estava fora do controle. Nós tínhamos uma dívida com o Fundo Monetário, que vinha aqui e dava toda a receita do que a gente ia fazer. Nós tivemos que fazer um esforço muito grande para colocar as finanças no lugar e depois, com estabilidade, crescer. E isso, este ano, a discussão nossa é que estamos entre os países que mais crescem no mundo, estamos com a possibilidade de ter uma taxa de crescimento de 7% do Produto Interno Bruto.



William Bonner: Abaixo dos demais.



Dilma Rousseff: Não necessariamente, Bonner. Sem fazer comparações, a queda da economia na Rússia no ano passado foi terrível. Criamos quase 1,7 milhão de empregos no ano da crise.

Fátima Bernardes: Vamos falar um pouquinho de outro problema, que é o saneamento. Segundo dados do IBGE, o saneamento no Brasil passou de 46,4% para 53,2% no governo Lula, um aumento pequeno, de 1 ponto percentual mais ou menos, ao ano. Por que o resultado fraco numa área que é muito importante para a população?



Dilma Rousseff: Porque nós vamos ter um resultado excepcional a partir dos dados da pesquisa feita em 2010. Talvez uma das áreas em que eu mais me empenhei foi a área de saneamento, porque o Brasil investia menos de R$ 300 milhões no país inteiro. Hoje, aqui no Rio, na favela da Rocinha, que eu estive hoje, nós investimos mais de R$ 270 milhões. Nós lançamos o Programa de Aceleração do Crescimento, para o caso do saneamento, na metade de 2007. Começou a amadurecer porque o país parou de fazer projetos. Prefeitos e governadores apresentaram os projetos agora, em torno do início de 2008, e aceleraram. Eu estava vendo recentemente que nós temos hoje uma execução de obras no Brasil inteiro. No Rio, Rocinha, Pavão-Pavãozinho, Complexo do Alemão. Obras de saneamento, de habitação. A Baixada Santista, em São Paulo, e a Baixada Fluminense aqui no Rio de Janeiro tiveram um investimento monumental em saneamento.


Fátima Bernardes: A gente gostaria agora que a senhora, em 30 segundos, desse uma mensagem ao eleitor, se despedindo da sua participação no Jornal Nacional.

Dilma Rousseff: Eu agradeço a vocês dois e quero dizer para o eleitor o seguinte: o meu projeto é dar continuidade ao governo do presidente Lula. Mas não é repetir. É avançar e aprofundar, é basicamente esse olhar social, que tira o Brasil de uma situação de país emergente e leva o nosso país a uma situação de país desenvolvido, com renda, com salário decente, com professores bem pagos e bem treinados. Eu acredito que é a hora e a vez do Brasil e nós vamos chegar a uma situação muito diferente, cada vez mais avançada agora no final de 2014, deste governo.
(JORNAL NACIONAL)





segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Jackson passa o sábado em Coroatá, São Mateus, Alto Alegre e Peritoró

carreata de Jackson em Coroatá! ladeado pela deputada Graça Paz e demais lideranças!








Depois de percorrer diversos bairros de Coroatá, participando da maior carreata já registrada na história política do município, o candidato da coligação “O Povo é Maior”, Jackson Lago (PDT), encerrou no sábado à tarde uma agenda de visitas a quatro municípios maranhenses. Em frente ao comitê de campanha da deputada estadual Graça Paz (PDT), candidata à reeleição, Jackson Lago enumerou, em discurso, as obras realizadas em parceria com a prefeitura de Coroatá, confirmando a marca do municipalismo da sua gestão interrompida.


“Quando me tiraram do governo, havia investido mais de 400 milhões de reais para que os municípios caminhassem com seus próprios pés”, disse o candidato. Jackson Lago citou obras realizadas em Coroatá, como poços artesianos, postos de saúde, asfaltamento, centro odontológico de atendimento à população, dentre outras realizações. Ao listar as obras feitas em parceria do estado e municípios, Jackson presta contas à população e reforça o modelo municipalista, que norteou toda sua gestão.


Por onde passa com sua comitiva, Jackson enumera obras e serviços que realizou juntamente com os municípios. Na semana passada, ele listou um conjunto de obras resultante de parceria com a Prefeitura de Caxias, num investimento superior a R$ 100 milhões. (Veja Box).


Na carreata, Jackson Lago esteve acompanhado do candidato ao Senado Federal, Roberto Rocha (PSDB); Eurídice Vidigal, mulher do ex-ministro Edison Vidigal, outro candidato ao Senado pela coligação; deputada Graça Paz; presidente da Câmara Municipal de Coroatá, vereador Ciba, e de outros vereadores e lideranças políticas da região. No percurso pelos bairros Areal, dos Americanos, Centro e Trizidela, Jackson Lago foi saudado com alegria pela população.


Em Tridizela, a comitiva se deteve em frente ao hospital municipal que foi restaurado e entregue à prefeitura durante seu governo. Fechado dois meses depois de entregue à popualção, o hospital foi totalmente destruído para dar lugar a uma nova construção, ainda inacabada.


Antes de participar da carreata de Coroatá, Jackson Lago esteve em São Mateus, onde participou de caminhada e comício-relâmpago, e em Alto Alegre do Maranhão, onde participou de animada manifestação pública. Nesta cidade, ele recebido pelo vereador Manoel Rodrigo e pelo ex-candidato a vice-prefeito Idam. Em Peritoró, ocorreu uma participativa reunião no Salão Paroquial, organizada por Júlio da Pestalozzi, que contou com presença de vereadores e um grande número de pessoas que contribuíram com sugestões para o programa de governo de Jackson Lago.

Roseana reúne milhares de simpatizantes em caminhada no Anjo da Guarda em São Luís











Milhares de moradores da área Itaqui-Bacanga, lideranças políticas e comunitárias acompanharam ontem pela manhã a governadora e candidata à reeleição, Roseana Sarney (PMDB), em caminhada pelas ruas do bairro Anjo da Guarda em São Luís. Logo em seguida, em comício, ela enumerou ações e obras realizadas por seu governo e afirmou que continuará trabalhando para desenvolver o Maranhão.


Organizada por lideranças Organizada por lideranças comunitárias da área Itaqui-Bacanga, a caminhada reuniu milhares de pessoas, vereadores de São Luís, candidatos a deputado estadual e federal, além dos dois candidatos a senador, Edison Lobão e João Alberto.


Por onde passava, a candidata cumprimentava os moradores e era saudada por eles. Em seu discurso, a candidata voltou a criticar os adversários afirmando que durante os sete anos que ela esteve fora do governo nada foi feito no estado. “Nós fizemos muito pelo Maranhão. Sei que ainda existem problemas, mas quero lembrar que fiquei sete anos fora do governo e quem comandava o Estado nada fez. Eu estou de volta há pouco mais de um ano e já estou arrochando no trabalho”, afirmou Roseana.


A candidata enumerou realizações de seu governo como a aquisição de 600 viaturas, a valorização do servidor público com o fim da chamada Lei do Cão, a instalação de empreendimentos como a refinaria da Petrobras, em Bacabeira, e da fábrica da Suzano, em Imperatriz, além da construção de unidades de saúde em dezenas de municípios, incluindo uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) na área Itaqui-Bacanga.


Roseana explicou ainda à população quantos são os candidatos para votar, destacando dois pontos: a votação em dois nomes para o Senado, Edison Lobão e João Alberto, e a aliança entre PT e PMDB. “Essa união é para o bem do Maranhão. Estamos em consonância com a política do presidente Lula, que confirmou que os candidatos dele no Maranhão são Roseana Sarney para o governo e Edison Lobão e João Alberto para o Senado”, afirmou.


Lobão fez referência às ações de sua administração quando foi governador e ainda o trabalho que desenvolveu como ministro de Minas e Energia do governo Lula.


João Alberto falou da sua gestão quando governou o Maranhão, Maranhão, principalmente na área de segurança.


Sebastião Santos ratifica apoio a Roseana



com Lobão e João Alberto

População – A candidata foi acompanhada por dezenas de lideranças do Itaqui-Bacanga. Entre elas, a presidente da Associação Feminina dos Direitos Humanos, Júlia Gomes, e o coordenador da campanha na Área Itaqui-Bacanga, Sebastião Santos. “Roseana planeja as ações do seu governo e ouve os anseios da população, por isso ela garante desenvolvimento para o Maranhão”, ressaltou Júlia Gomes.


A professora Zilda Castro, moradora do Anjo da Guarda há 41 anos, afirmou que toda a família dela vota em Roseana. “A gente gosta muito dela, pois sabemos que ela trabalha. Foi ela quem fez algo pela minha terra que nenhum outro governante fez. Roseana construiu a estrada para Barreirinhas e hoje posso dizer que tenho orgulho de ser daquela cidade”, afirmou a moradora. Vereadores de São Luís também estiveram na caminhada, entre eles o presidente da Câmara, Isaias Pereirinha, Astro de Ogum e Severino Sales.

imirante.com

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

CORONEL CRUEL!

ROVÉLIO! O REI DA CASSAÇÃO!



Corvadia em São Mateus: Coronel manda espancar o parceiro Stuart Junior







O Prefeito de São Mateus – Coronel Rovélio, recordista em CASSAÇÃO, de volta ao cargo por decisão liminar, ao se pronunciar em público ao lado do Deputado Estadual e candidato a reeleição, Tatá Milhomem , comemorando a reintegração ao cargo, num ato típico de comício, ao perceber a presença no ato político do jornalista Stuart Junior, diretor do Jornal Regional do Maranhão, que cobria o evento profissionalmente foi covardemente agredido por “seguranças” do Prefeito CASSADO.


Por muito pouco o jornalista não teve ceifada a sua vida, sendo salvo graças à intervenção de populares que interviram em seu favor evitando o pior. Stuart Junior foi espancado gravemente e covardemente através de cacetetes, pontapés, socos por regiões vitais e está muito lesionado.


O Prefeito sub-judice acompanhava e ordenava a execução através do microfone, com a seguinte palavra de ordem: “É PRA BATER, QUEBRAR A CÂMARA DELE”... Tudo foi registrado e gravado.


A população está muito revoltada com mais esta brutal atitude do coronel Prefeito.



Nestes dias a população por duas vezes interditou a BR que passa pela cidade em protesto a um eventual retorno do coronel ao cargo, o que acabou acontecendo, de ordem do juiz federal Magno Linhares.


O jornalista registrou ocorrência na Delegacia local de São Mateus e fez exame de corpo de delito.


Nota do blog: Convocamos a todos os integrantes da Rede Maranhense de Blogueiros e de Mídias Livres para denunciarmos este absurdo contra um companheiro respeitado em sua cidade.


Esta na hora da imprensa livre ajudar ao povo de São Mateus a mudar a trágica história iniciada após a eleição vencida por meio de fraude por este coronel truculento.


O parceiro Stuart tem desenvolvido um trabalho relevante na sua região com dedicação e honestidade, que fique registrado a minha solidariedade e respeito ao comunicador de São Mateus.
(Felipe Klam)

Roseana no Sertão Maranhense

Movimentação intensa nesta quinta-feira, dia 5, na campanha de Roseana: comício em São Francisco do Maranhão; reunião com lideranças políticas em Sucupira do Riachão; inauguração de comitê em Barão de Grajaú; carreata e comício em São João dos Patos.



Na primeira cidade visitada, São Francisco do Maranhão, Roseana participou de reunião com lideranças e com o prefeito Chico Pechó (DEM). Depois, discursou para milhares de moradores. A candidata falou sobre a proposta de construir uma rodovia ligando São Francisco a Lagoa do Mato, numa complementação para a obra de estrada já em andamento, entre Lagoa do Mato e Passagem Franca.

O compromisso seguinte foi em Sucupira do Riachão. O prefeito Juvenal Leite de Oliveira (PMDB) recepcionou a governadora e justificou o apoio à sua candidatura afirmando que “Roseana, durante seu governo, transformou na cidade em um canteiro de obras, trazendo trabalho e renda para a população e desenvolvendo a economia. Está construindo um hospital de 20 leitos, recuperou estradas, enviou duas ambulâncias e viaturas para equipar a polícia”.



Festa em Barão de Grajaú e São João dos Patos


A recepção da candidata em Barão de Grajaú foi uma grande festa liderada pelo prefeito Raimundo Silva (PMDB) e pelo ex-prefeito César Queiroz, da qual participaram milhares de moradores. No município, foi inaugurado o comitê Dilma e Roseana, em parceria com a deputada Helena Heluy (PT).


A governadora e candidata à reeleição destacou as obras e investimentos que fez no último ano no município e citou, entre eles, o Programa Viva Casa, que garantiu moradia digna a 150 famílias. “Vocês são as principais testemunhas do trabalho que fiz em Barão de Grajaú. E podem esperar muito mais na área de saúde, moradia, educação e segurança”, declarou.


“Agora, temos uma unidade de saúde no bairro Nossa Senhora da Conceição, com atendimento de qualidade para os moradores do município, que também ganharam casa nova. Tudo, graças ao empenho de Roseana”, ressaltou o prefeito Raimundo Silva.


A candidata também participou de carreata e encontros com lideranças de São João dos Patos. Integraram a comitiva o candidato a senador João Alberto (PMDB) e os candidatos a deputado federal Gastão Vieira (PMDB), Sétimo Waquim (PMDB) e Fábio Braga (PMDB).



Em Presidente Médici, Flávio Dino ressalta apoio de petistas












Em visita ao município de Presidente Médici, o candidato ao governo do Maranhão, Flávio Dino, ressaltou o apoio que a sua candidatura tem recebido dos petistas em todo o Maranhão. “Os petistas continuam conosco por causa da história que tem o partido do Presidente Lula e da história que tem a nossa candidatura, que representa o sentimento de mudança no Maranhão”, disse Flávio Dino.


Flávio Dino disse que as eleições de outubro serão a oportunidade de o maranhense escolher entre o caminho da continuidade e o da mudança. “Nós representamos a mudança, e acreditamos firmemente que esse é o melhor caminho. O Maranhão faz parte de um grande país, que vem crescendo e melhorou mais ainda depois do governo do presidente Lula. O problema é que o Brasil cresce, mas o Maranhão fica parado”, relembrou Flávio Dino.


Em Presidente Médici, Flávio Dino foi recebido pela vereadora petista Eliane Pereira Fernandes. Ela disse que apoiar a candidatura de Flávio Dino ao governo do Maranhão é a reafirmação da história e da coerência da legenda. “Os petistas de verdade estão com Flávio Dino. É ele que representa a voz de liberdade do povo maranhense, que tem sido tão desrespeitado nos últimos anos.”, afirmou.


A vice-presidente do PT de Presidente Medici também reforçou o apoio. “O Flávio é novo na idade e nas propostas. É um nome que cada vez mais vai se tornar conhecido e que só vai crescer durante a campanha”, avaliou ela.


Após um ato político, Flávio Dino saiu em caminhada pelas ruas da cidade, acompanhado de banda de música, de militantes e de candidatos a deputado federal e estadual. Flávio Dino cumprimentou e conversou com os moradores. De lá, ele seguiu para Nova Olinda, onde fez comício.







Jackson recebe lideranças e prestigia lançamento de campanha de Amin









O candidato ao governo do estado, Jackson Lago (PDT), atende lideranças políticas na tarde desta sexta-feira, 6, no comitê central da campanha. Por volta das 18h ele prestigia o lançamento da candidatura do deputado federal Julião Amim, na sede do PDT, localizado na Rua dos Afogados, Centro.

Jackson teve o registro de candidatura deferido pela Justiça Eleitoral com decisão unânime na sessão desta quarta-feira, 4, no Tribunal Regional Eleitoral (TRE). Ele foi considerado apto a participar da disputa eleitoral deste ano, com seis votos a zero. Luís Porto, candidato a vice na chapa liderada por Jackson, também teve candidatura deferida. O relator do processo foi o juiz Sérgio Muniz, que também votou a favor do deferimento.