Blog do Prof.João Baiano

EDUCAÇÃO PARA VIDA!

sexta-feira, 14 de maio de 2010

Que vergonha!! - Mãe abusa da própria filha em Coroatá

Em plena campanha sobre a Pedofilia (Ações Para O Dia Nacional De Violência Sexual Contra Criança E Adolescente) realizada em Coroatá, nossa cidade vive um duro fato: uma criança de 06 meses foi abusada no bairro da Palmeira Torta. Embora o pai esteja preso, a principal suspeita é a própria mãe da menina, baseando em seu próprio depoimento. O mesmo é cheio de controvérsias. O pai foi preso em primeira instancia porque os policias acharam que ele fora o responsável pelo crime. Acreditavam também que a mãe em seu depoimento, tentava encobrir o marido, idéia logo descartada, pelas três versões contadas pela mãe.

Na 1º versão, a mãe disse que tentava espremer um caroço que ficava próximo aos órgãos genitais da criança, e acreditem, segundo ela, “seu delo acabou escapulindo”. Meu Deus! Na 2º versão, a mãe colocou outra pessoa como responsável pelo crime, “foi à doida que sempre visita ela”, disse. Ninguém sabe se esta doida mencionada não é ela própria. Já na 3º versão, não tendo mais para onde correr, assumiu que foi a culpada.

A mãe conhecida como Dark, tem mudanças de personalidades e segundo testemunhas, não gosta de meninas. Às vezes deixava a filha com parentes e visinhos, o mais impressionante era quando os mesmos devolviam a criança, ela chorava desesperadamente não querendo ir para sua mãe. A pobre menina, indefesa, já dava sinais de que algo estava errado.

A criança foi enviada para São Luis e seu estado é grave. É duro dizer o que as testemunhas acreditam ter acontecido. Mas penso eu, ser importante mencionar, para que os culpados não fiquem impunes. A mãe teria usado o dedo, ou algum objeto e introduzido na criança. A menina foi levada as pressas para a capital com suspeita de estar com hemorragia interna. Ela tem apenas 06 meses gente! É lamentável tudo isso. Esses monstros destroem a vida de quem não tem nada a ver com seus problemas.


(reportagem feita por Antonielson Sousa)

A GERAÇÃO TOLERÂNCIA!




"Os adolescentes e jovens brasileiros começam a vencer o arraigado preconceito

contra os homossexuais, e nunca foi tão natural ser diferente quanto agora. É

uma conquista da juventude que deveria servir de lição para muitos adultos"


Apresentar boletim escolar com notas ruins, bater o carro novo da casa, arrumar inimizade com o vizinho já são situações difíceis de enfrentar diante do tribunal familiar, com aquela atemorizante combinação de intimidade com autoridade dos pais. Imagine parar ali diante deles e dizer a frase: "Eu sou gay". Não é fácil para quem fala, menos ainda para quem ouve. As mães se assustam, mas logo o amor materno supera o choque do novo. Os pais demoram mais a metabolizar a novidade. A orientação sexual ainda é e vai ser por muito tempo uma questão complexa e tensa no seio das famílias. Isso muda muito lentamente. O que mudou muito rapidamente, porém, foi a maneira como a homossexualidade é encarada por adolescentes e jovens no Brasil. Declarar-se gay em uma turma ou no colégio de uma grande cidade brasileira deixou de ser uma condenação ao banimento ou às gozações eternas. A rapaziada está imprimindo um alto grau de tolerância a suas relações, a um ponto em que nada é mais feio do que demonstrar preconceito contra pessoas de raças, religiões ou orientações sexuais diferentes das da maioria.



Esses meninos e meninas estão desfrutando uma convivência mais leve justamente em uma fase da vida de muitas incertezas, quando a aceitação pelos pares é decisiva para a saúde emocional e mental. Isso é um avanço notável. Por essa razão talvez, a idade em que um jovem acredita que definiu sua preferência sexual tem caído. Uma pesquisa feita pelas universidades estaduais do Rio de Janeiro (Uerj) e de Campinas (Unicamp) tem os números: aos 18 anos, 95% dos jovens já se declararam gays. A maior parte, aos 16. Na geração exatamente anterior, a revelação pública da homossexualidade ocorria em torno dos 21 anos, de acordo com a maior compilação de estudos já feita sobre o assunto. À frente do levantamento, o psicólogo americano Ritch Savin-Williams, autor do livro The New Gay Teenager (O Novo Adolescente Gay), resumiu a VEJA: "O peso de sair do armário já não existe para os jovens gays do Ocidente: tornou-se natural".


A mãe torce para que ele ache um bom companheiro



"Aos 16 anos, quando contei à minha mãe que preferia os homens às mulheres, ela ficou possuída de raiva. Eu achava que a notícia não causaria tanta comoção. Não havia aberto o jogo sobre minha sexualidade, mas tinha certeza de que minha mãe já desconfiava. Nunca levava garotas em casa nem falava delas. O dia em que contei tudo, no entanto, foi um divisor de águas para nós dois. A relação ficou muito tensa. É interessante como a coisa, depois, vai sendo assimilada. Ela abandonou o sonho de me ver chefe de uma família tradicional e, no lugar disso, passou a sonhar com um bom companheiro para mim. Isso ainda não aconteceu. Hoje, no entanto, minha vida é ótima. Não escondo das pessoas de que mais gosto o que realmente sou."

Gabriel Taverna, 19 anos, estudante de São Paulo


Os jovens que aparecem nas páginas desta reportagem, que em nenhum instante cogitaram esconder o nome ou o rosto, são o retrato de uma geração para a qual não faz mais sentido enfurnar-se em boates GLS (sigla para gays, lésbicas e simpatizantes) - muito menos juntar-se a organizações de defesa de uma causa que, na realidade, não veem mais como sua. Na última parada gay de São Paulo, a maior do mundo, a esmagadora maioria dos participantes até 18 anos diz estar ali apenas para "se divertir e paquerar" (na faixa dos 30 o objetivo número 1 é "militar"). A questão central é que eles simplesmente deixaram de se entender como um grupo. São, sim, gays, mas essa é apenas uma de suas inúmeras singularidades - e não aquela que os define no mundo, como antes. Explica o sociólogo Carlos Martins: "Os jovens nunca se viram às voltas com tantas identidades. Para eles, ficar reafirmando o rótulo gay não só perdeu a razão de ser como soa antiquado". Ícone desses meninos e meninas, a cantora americana Lady Gaga os fascina justamente por ser "difícil de definir o que ela é". São marcas de uma geração que, não há dúvida, é bem menos dada a estereótipos do que aquela que a precedeu. Diz, com a firmeza típica de seus pares, a estudante paulista Harumi Nakasone, 20 anos: "Nunca fiz o tipo masculino nem quis chocar ninguém com cenas de homossexualidade. Basta que esteja em paz e feliz com a minha opção".



Não era uma fase



"No início da adolescência, já me sentia atraída por meninas. Aluna de um colégio de freiras, havia crescido ouvindo que o amor entre pessoas do mesmo sexo era algo imperdoável, mas nunca vi a coisa assim. A mim, parecia natural. Aos 14, até tentei namorar um menino. Não funcionou. Um ano depois, quando me apaixonei de verdade por uma garota, resolvi contar a meus pais. Minha mãe repetia: ‘Calma que passa, é uma fase’. A aceitação da ideia é um processo lento, que envolve agressões de todos os lados e decepção. Sei que contrariei o sonho da minha família, de me ver de grinalda e com filhos, mas a melhor coisa que fiz para mim mesma foi ser verdadeira. Por que me sentir uma criminosa por algo que, afinal, diz respeito ao amor?"



Amanda Rodrigues, 18 anos, estudante de artes visuais no Rio de Janeiro
A notícia de que um filho é homossexual continua a causar a dor da decepção a pais e mães (descrita pela maioria dos ouvidos por VEJA como "a pior de toda a vida"). Com pavor de uma reação violenta do pai, meninos e meninas preferem, em geral, contar primeiro à mãe. "Quando meu filho me disse que gostava de meninos, sabia que os velhos sonhos teriam de ser substituídos por algo que eu não tinha a menor ideia do que seria", relata a analista financeira paulista Suerda Reder, 41 anos. É com o tempo que a vida vai sendo reconstruída sob novas expectativas. Dois anos depois da revelação, o namorado de Victor, filho de Suerda, frequenta sua casa sem que isso seja motivo de constrangimento. Muitos pais já compreendem (com algumas idas e vindas) que, ao apoiar os filhos, estão lhes prestando ajuda decisiva. "Quando a própria mãe trata o fato com naturalidade, a tendência é que o preconceito em relação a ele diminua", diz a estilista gaúcha Ana Maria Konrath, 55 anos, em coro com uma nova geração de mães - também mais tolerantes. O que elas sabem por experiência a ciência em parte já investigou. Segundo um estudo americano, conduzido pela Universidade Estadual de São Francisco, jovens gays que convivem em harmonia com os pais raramente sofrem de depressão, doença comum entre vítimas de preconceito.

A tolerância às diferenças, antes verificada apenas no ambiente de vanguardas e nas rodas intelectuais e artísticas, está se tornando uma regra - especialmente entre os escolarizados das grandes cidades brasileiras. Uma comparação entre duas pesquisas nacionais, distantes quase duas décadas no tempo, dá uma ideia do avanço quanto à aceitação dos homossexuais no país. Em 1993, uma aferição do Ibope cravou um número assustador: quase 60% dos brasileiros assumiam, sem rodeios, rejeitar os gays. Hoje, o mesmo porcentual declara achar a homossexualidade "natural", segundo um novo levantamento com 1 500 adolescentes de onze regiões metropolitanas, encabeçado pelo instituto TNS Research International. O mesmo estudo dá outras mostras de como a maior parte dos jovens brasileiros já se conduz pela tolerância em vários campos: 89% acham que homens e mulheres têm exatamente os mesmos direitos e em torno de 80% se casariam com alguém de outra raça ou religião. "À medida que as pessoas se educam e se informam, a tendência é que se tornem também mais intransigentes com o preconceito e encarem as questões à luz de uma visão menos dogmática", diz a psicóloga Lulli Milman, da Uerj. Foi o que já ocorreu em países de alto IDH, como Holanda, Bélgica e Dinamarca. Lá, isso se refletiu em avanços na legislação: casamentos gays e adoção de crianças por parte desses casais são aceitos há anos. No Brasil, onde não há leis nacionais como essas, a apreciação fica sujeita a cada tribunal.


OS GAYS NA ARTE



Homossexualidade contida na tela de Caravaggio (à esq.)



e escancarada na taça romana do século IAinda que o preconceito persista em alguns círculos, atingiu-se um estágio de evolução em que professá-lo se tornou um gesto condenável pela maioria - um sinal de progresso no Brasil. Nas Forças Armadas, onde a aversão a gays sempre se pronunciou em grau máximo (apesar de o regimento interno repudiar a perseguição aos homossexuais), a diferença é que, agora, quando surge um caso desses entre os muros do Exército, o assunto logo suscita indignação. Ocorreu com um general que, neste ano, veio a público posicionar-se contra a presença de gays nas Forças Armadas. Sob pressão, precisou retratar-se. Recentemente, o lutador de vale-tudo Marcelo Dourado, 38 anos, surgiu no programa Big Brother Brasil, da Rede Globo, dizendo que "homem hétero não pega aids". Além de uma bobagem, a declaração foi tachada de preconceituosa - e a Globo precisou ocupar seu horário nobre com as explicações do Ministério da Saúde sobre o tema. Mesmo que às vezes usados como bandeira por bandos de militantes paparicados por políticos em busca de votos, pode-se dizer que tais episódios apontam para uma direção positiva. Afirma o filósofo Roberto Romano: "A experiência mostra que o desconforto com o preconceito cria um ambiente propício para que ele vá sendo exterminado".



Assumidos, mas discretos



"Aos 15 anos, depois de alguns flertes com meninos e nenhuma relação com meninas, conheci meu atual namorado. Apaixonado e angustiado por viver escondido, achei que não havia outro caminho senão abrir a questão para os meus pais. Até hoje, não falamos muito sobre o assunto, mas eles já aceitam a situação, e até levo o Leandro para dormir lá em casa. Às vezes, andamos de mãos dadas, mas não trocamos beijos em público. Não preciso ficar expondo minha sexualidade. Prefiro as boates que meus amigos, gays ou não, frequentam ao circuito GLS."



Victor Guedes, 19 anos, produtor de moda (à esq.), com o namorado Luiz Leandro Caiafa, 20, estudante de ensino técnico no Rio de Janeiro


"Meus sonhos precisaram



ser reconstruídos"



"Acho que toda mãe percebe, a contragosto e com dor, quando seu filho é gay. Sempre tive certeza disso em relação ao Igor, mas alimentava esperanças de que ele mudasse. Cheguei a rezar anos a fio por um milagre. No dia em que meu filho finalmente se abriu comigo, aos 17 anos, fiquei sem chão. Passado o choque, entendi que meus sonhos em relação a ele precisariam ser completamente reconstruídos. Não escondo mais de ninguém que meu filho é homossexual. Sinto que o fato de uma mãe tomar essa iniciativa ajuda a espantar o preconceito. Sempre que arranja um namorado, ele frequenta a minha casa e saímos juntos. Meu filho está feliz. Não é isso que todos nós buscamos?"



Ana Maria Konrath, 55 anos, estilista gaúcha, mãe de Igor Konrath, 20, estudante de comunicação social
Para boa parte dos jovens gays de hoje, a vida subterrânea nunca fez sentido. Diz o produtor de moda carioca Victor Guedes, 19 anos: "Desde que ficou claro para mim que meu interesse era pelo sexo masculino, não pensei em esconder isso dos meus pais. Só esperei a hora certa para abrir o jogo, com todo o tato". É gritante o contraste com as gerações anteriores, às quais lança luz o livro Cuidado! Seu Príncipe Pode Ser uma Cinderela (a ser lançado pela editora Best Seller), das jornalistas Consuelo Dieguez e Ticiana Azevedo. O conjunto de depoimentos ali reunido revela o sofrimento diário enfrentado por políticos, diplomatas e figurões do mercado financeiro que nunca saíram do armário.
 
Ele conta tudo no Twitter

"Solitário, aos 14 anos resolvi dividir com a minha irmã aquilo que já era muito claro para mim: gostava de meninos, e sabia que isso decepcionaria minha família. Ela chorou, disse que logo essa fase passaria, e o pior: contou para todo mundo. Minha família chegou a me encaminhar ao psicólogo. Depois, à igreja. Não foi fácil, mas o alívio de compartilhar a situação me transformou em outra pessoa. Pouco falo sobre meus namoros, e agiria da mesma forma se eles fossem com meninas. Fico, no entanto, bem à vontade para falar de minha vida amorosa no Twitter, no qual tenho mais de 1 700 seguidores. De onde menos se espera às vezes ainda vem uma agressão gratuita, mas a coisa está mudando para melhor."

Lucas El-Osta, 17 anos, estudante do 2º ano do ensino médio no Rio de JaneiroAo longo da última década, a indústria do entretenimento tem refletido, de forma acentuada, as mudanças culturais em relação à sexualidade. Na televisão, nunca houve tantas séries retratando o universo gay. Entre as produções de maior sucesso, figuram o seriado americano Glee, que tem como um dos protagonistas um adolescente recém-assumido gay para o pai, e The L Word, sobre um grupo de lésbicas atraentes e chiques de Los Angeles. Nas novelas brasileiras, os homossexuais já não são mais tratados de maneira tão caricatural. "É possível exibir na TV a vida comum de casais gays sem que isso provoque a rejeição do público, como no passado. Hoje, esses personagens fazem o maior sucesso", analisa Manoel Carlos, autor da atual novela das 8, Viver a Vida. Isso não só ajuda a levantar o diálogo sobre a homossexualidade em casa como ainda minimiza a resistência a ela. O rol de celebridades que se assumem gays também cumpre, em certo grau, esse papel. O último a deixar o armário foi o cantor porto-riquenho Ricky Martin, autor do sucesso Livin’ la Vida Loca, que, aos 38 anos, declarou ser gay em tom profético: "Hoje aceito minha homossexualidade como um presente que a vida me deu".


O GALÃ E A DIVA


O ator Rock Hudson (à esq.), que manteve casamento de fachada, e Lady Gaga, atual ícone dos jovens gays
A atual geração jamais espera tanto. A idade precoce com que os gays trazem à tona sua orientação sexual chama a atenção dos especialistas. Aos 16 anos, estão ainda na adolescência - uma fase de experimentação e dúvidas. Pondera a doutora em psicologia Ceres Araujo: "Esperar que essa escolha seja eterna para todos é uma simplificação. O que dá para afirmar é que esses jovens têm grande propensão de seguir se relacionando com pessoas do mesmo sexo". Para eles, a homossexualidade está longe de ter a conotação negativa de tantos outros períodos da história. Durante as trevas da Inquisição, arremessavam-se os gays à fogueira. Na Inglaterra do século XIX, eles eram considerados nada menos que criminosos. Em 1895, num dos mais famosos julgamentos de todos os tempos, o escritor irlandês Oscar Wilde, homossexual assumido, foi acusado de sodomia e comportamento indecente. Penou dois anos na prisão. Na Hollywood dos anos 50, o agente do galã Rock Hudson arranjou, às pressas, um casamento de fachada para o ator, com uma secretária. Às voltas com fofocas sobre sua homossexualidade, ele corria o risco de perder contratos. Só em 1985, aos 59 anos e vitimado pela aids, doença que o mataria naquele ano, Hudson se assumiu gay. Num cenário inteiramente diferente, os novos gays não precisam mais passar por esse tormento. Resume o estudante mineiro Hector Gutierrez, 17 anos - típico da geração tolerância: "O dia em que eu contei a verdade a todos foi o primeiro em que me senti realmente livre e feliz".
Recém-saídos do armário
(REPORTAGEM ESPECIAL DA REVISTA VEJA )

 

quarta-feira, 28 de abril de 2010

EM TIMON, JOVEM MATA E MUTILA OS PAIS POR CAUSA DE DÍZIMO DA IGREJA UNIVERSAL

A estudante de 24 anos, Lineuza Oliveira e Silva, confessou ter matado com golpes de faca, serrote e machado, os pais adotivos Lourival Rodrigues da Silva, 73 anos, e a mãe, Joana Borges de Oliveira e Silva, de 71 anos, na madrugada deste domingo (25) no município de Timon, a 434 quilômetros de São Luís.


A informação foi repassada pela delegada Wládia Holanda, que estava de plantão na Central de Flagrantes e acompanha o caso. O crime chocou a cidade de Timon neste final de semana. Segundo a delegada, o pastor da igreja Universal será investigado.


Lineuza foi transferida ainda neste domingo para o presídio Jorge Vieira, onde vai esperar pela conclusão do inquérito.


De acordo com a delegada Wládia Holanda, que recebeu o caso na Central de Flagrantes, disse que Lineuza teria cometido o duplo homicídio qualificado por fanatismo religioso. “Ela teria débitos de dízimos da Igreja Universal e extorquia os pais para pagá-los, como eles se negaram, era teria praticamente premeditado o crime”, destaca a delegada.


A delegada disse ainda que a acusada apresenta indícios de que tenha problemas mentais. “Só um médico pode atestar concretamente. Como o caso foi encaminhado para a Delegacia de Homicídios, o delegado de lá pode pedir o exame de sanidade mental”, explicou Wládia Holanda.


Ela afirmou que além da acusada, outras pessoas também prestaram depoimentos. E o pastor da Igreja, que já foi identificado, também será investigado.

O crime foi considerado pelos próprios policiais como "selvagem e bárbaro". O corpo do pai foi encontrado com a face achatada por um golpe de machado na sala, da residência onde os três moravam juntos, na Vila Angélica. A mãe, que é cadeirante e estava deitada, não pôde se defender, das facadas que a filha desferiu. Dona Joana teve o tórax aberto pelo serrote.


Lineuza ainda mutilou os corpos, cortando braços e pernas dos pais. O crime aconteceu na madrugada, mas os vizinhos só encontraram os idosos por volta das 9 horas. A estudante que havia fugido foi encontrada pouco tempo depois pela polícia.

As informações são do Portal Cidade Verde

terça-feira, 27 de abril de 2010

FLÁVIO DINO VISITA COROATÁ


                                           professor João Baiano com Flávio Dino

No dia 16 de abril, Coroatá acolheu com muito afeto a visita do deputado federal Flávio Dino (pré-candidato) ao governo do estado do maranhão. Leia abaixo as principais partes do discurso de Flávio Dino:
“A razão de nós estarmos aqui nessa noite é uma visão do que o Brasil é, do que o Brasil pode ser, do que o Brasil será e uma avaliação do que o Maranhão é, do que ele do que ele pode ser, do que ele será ou daquilo que ele não será. É como se nós tivéssemos num trem e o Maranhão achou o caminho para puxar esse trem, só que nós estamos no último vagão desse trem. De cada 1000 crianças que nascem no maranhão, muitas morrem antes de completar 1 ano de idade, é o que podemos ver nos dados sobre a mortalidade infantil do nosso estado, quando essas crianças tiverem 16 anos, somente metade terá terminado o ensino fundamental a antiga 8º série (hoje 9º ano) e quando estiverem com 19 anos, somente metade de 25% terá completado o ensino médio o antigo 2º grau.
Uma criança que nasceu aqui no maranhão, aqui em Coroatá, se difere de uma criança que nasceu em Brasília, a criança do maranhão tem uma expectativa de vida 8 anos menor do que a expectativa da criança que nasceu em Brasília.É como se houvesse uma condenação antecipada, se a criança de Brasília viver 70 anos o maranhense terá vivido 62 anos.
Quando me refiro que o maranhão está no último vagão do trem é porque programas federais, como o luz para todos e outras políticas sociais estão ligados aos problemas que aqui foram apresentados pela população coroataense. Como é que nossos governantes muitas das vezes deixaram que o Brasil deixasse de ser um país rico, com o povo na mercê da pobreza?! E essa é a marca da vida brasileira de sempre, a marca da injustiça social, a novidade que se produziu no Brasil, faz com que o país seja ouvido hoje no mundo e é exatamente a idéia de como nós podemos fazer com que tenhamos um país rico, onde divida adequadamente a riqueza.
Nós temos esse cenário de prosperidades no Brasil e no maranhão pela frente, em razão disto é que estivemos aqui discutindo essas importantes colocações nessa noite companheiros e companheiras de Coroatá. Um forte abraço ao povo Coroataense!
FLÁVIO DINO

Dom Sebastião Bandeira é acolhido na diocese de Coroatá




chegada dos vários bispos que se fizeram presente


Dom Sebastião Bandeira Coelho foi acolhido na diocese de Coroatá no dia 10 de abril para o início do seu ministério como bispo coadjutor, em uma celebração Eucarística que contou com a participação de centenas de pessoas entre amigos e fieis das Igrejas do Maranhão e de Manaus.





As 12 dioceses da Igreja Católica no Maranhão eram todas elas dirigidas por bispos não-nascidos no Maranhão, sendo que 50% delas tinham em seu comando sacerdotes de outros países – Itália, Alemanha, Espanha, Franca – mas esta realidade começou a mudar no dia 10 de abril de 2010, com a posse de Dom Sebastião Bandeira Coelho, 51 anos, em Coroatá. Natural de Riachão, ele foi transferido do Amazonas, onde estava desde 2005, quando foi nomeado bispo auxiliar de Manaus, e para ele o retorno ao Maranhão, numa posição de destaque pode influenciar novos jovens a seguir a carreira sacerdotal.

Filho do ex-seminarista Quintiliano Pereira Coelho (sua mãe é Gregória), que após desistir da batina foi ser pecuarista, e irmão de dois ex-seminaristas também (Francisco, hoje médico, e Antônio Luís, fazendeiro), Sebastião Coelho descobriu a vocação sacerdotal aos 11 anos, quando ainda era do Colégio Artur Lemos, em sua cidade. Pelas experiências anteriores dos parentes e ambiente religioso entre eles, o anúncio foi recebido com euforia pelos pais, fervorosos católicos, que viam finalmente nele a oportunidade de se concretizar um sonho: um padre na família.

Decidido sobre o que iria ser na vida, ele foi para a cidade de Balsas, onde cursou o seminário menor no Seminário São Pio X. Concluído o correspondente ao ensino fundamental, veio para São Luís, onde foi aluno do Zoé Cerveira e do Liceu Maranhense. A fase, propriamente dita, de preparação para a vida sacerdotal, deu-se em Fortaleza, onde por seis anos se aprofundou nos estudos da Filosofia e da Teologia.

Ordenado em 1984, Dom Sebastião foi padre nas paróquias de São Raimundo das Mangabeiras, Balsas, Fortaleza dos Nogueira e São Luís, onde foi professor e coordenador do curso de Teologia do Instituto de Ensino Superior do Maranhão (Iesma). Ele estava em Roma, na Itália, concluindo o seu mestrado, pela Pontifícia Universidade Gregoriana – PUG, onde defendeu a dissertação O Cristianismo e as Outras Religiões, quando foi surpreendido com a nomeação, pelo então Papa João Paulo II, bispo auxiliar de Manaus.

Como o pontífice chega a esta decisão, supõe-se que seja por indicação de alguém, mas Dom Sebastião jura que nunca soube quem intercedeu a seu favor. “São segredos da Igreja”, resume, revelando que nem tudo o que acontece dentro dela se torna público.

O Amazonas foi uma grande uma grande descoberta, pois teve de conviver com um situação geográfica bem complicada, sendo obrigado a fazer grandes deslocamentos em barcos para levar sua pregação às comunidade mais afastadas da capital. Estava já familiarizada com este estilo de vida, quando novamente foi surpreendido por uma decisão papal, pois no ano passado o Papa Bento XVI o nomeou bispo de Coroatá, e novamente fica o responsável (ou responsáveis) pela indicação no anonimato. “Com certeza não foi obra do acaso, tampouco uma decisão isolada de Sua Santidade, porém talvez nunca saiba que foi o intercessor”.






Dom Sebastião Bandeira Coelho




Bispo - Dom Sebastião não é o único bispo maranhense, pois existem outros três: Dom Jacinto Brito, que está lotado em Crateús (CE), Dom José Carlos (emérito), em Maceió (AL), e Dom Adalberto (emérito), em Fortaleza (CE), ou seja, apenas ele e o primeiro estão na ativa, sendo ele o único nascido no Maranhão atuando em seu próprio estado.

Pelas estimativas do bispo, existem hoje pouco mais de 200 jovens nos seminários do Maranhão. Quanto destes serão ordenado não se sabe, mas ele espera que sua nomeação sirva de estímulo para que todos estes e muitos outros que ainda esperam ingressar no ensino teológico ajudem a formar mais padres. “É um momento muito importante para a nossa Igreja, pois muitos irão perceber que é possível ascender na carreira sacerdotal e servir em sua própria terra”.

Indagado sobre o que passa na cabeça de um jovem quando decide ser padre, já que na maioria dos casos alguém escolhe uma profissão não apenas pela vocação, mas pelas oportunidades de ascensão social, econômica e política, Dom Sebastião diz que só a fé, o amor a Jesus Cristo, a vontade de seguir o ensinamento de Deus e a determinação de espalhar a fé cristã explicam. No seu caso, diz que foi fácil tomar a decisão, já que em sua casa sempre conviveu com um ambiente em que o catolicismo sempre guiou os pais, os irmãos (são nove) e os demais parentes.

Mesmo não tendo remuneração definida como salário e grandes verbas para gerenciar, Dom Sebastião diz que a vida de um bispo tem um padrão melhor que a de um padre, até porque ele precisa estar em boas condições espirituais e materiais para cumprir bem a sua missão, ou seja, todas as suas despesas, incluindo carro com tanque cheio, são custeadas pela própria Igreja, cabendo a ele apenas uma pequena reserva para uma eventualidade ou para quando for para aposentadoria.

Nem mesmo as recentes denúncias que afetam a Igreja faz com que Dom Sebastião seja tentado a rever sua decisão, pois sabe que as fraquezas de alguns não vão macular o trabalho evangelizador. A ascensão em tempo tão curto também não o empolga a almejar outras posições, até porque cada um deve seguir exatamente aquilo que está sendo lhe pedido pela Igreja, e ele espera ser um bom bispo para Coroatá, cuja diocese responde por mais de 500 mil pessoas, espalhadas pelas 16 paróquias.



Natação - Um dos principais desafios para quem deseja seguir a carreira sacerdotal é o voto de pobreza, que aliado aos da castidade e da obediência, podem definir um bom padre. Aliás, na hierarquia da Igreja só existem dois cargos, padre e bispo, os demais – monsenhor, cardeal etc – são apenas títulos. Nesta filosofia de vida, portanto, não dá para almejar bens materiais, confortos exagerados, vaidades etc. Quando está de férias, por exemplo, Riachão é sempre o lugar escolhido para os dias de descanso, se é que consegue ficar sem atividade num ambiente de muitos parentes, muitos amigos.

“Gosto do reencontro com minha terra, com minha gente, com meus amigos”, justifica.



Desnecessário dizer que nas horas de lazer um sacerdote goste de ler. Afinal de contas é através da leitura que ele aprofunda seus conhecimentos, mas há algo que Dom Sebastião gosta de fazer nos momentos de folga: nadar. Segundo ele, não é aconselhável para um bispo estar numa academia, por isto seus exercícios são feitos em ambientes naturais, rios, mares e lagos. Quando estava no Amazonas, por exemplo, passava muitas horas dando braçadas nas águas dos rios, e este exercício, além de ajudar a manter a forma, serve para relaxar.

“Eu descarrego todas as tensões quando estou nadando”, reforça. Outro hobby deste sacerdote é cinema, e sempre que pode vai a uma dessas casas, mas na maioria das vezes assiste mesmo em casa.

Perguntado se um bispo pode fazer planos para conhecer, apenas por conhecer, uma cidade, outro país, Dom Sebastião é categórico: “são coisas que não podem estar no propósito de quem deseja ser um sacerdote”.



Cinco perguntas para Dom Sebastião Coelho



1 – Tem algum significado especial sua nomeação para bispo de Coroatá?



- Com certeza tem, pois poderei exercer meu trabalho em minha própria terra. Coroatá, aliás, tem algo de muito especial em minha vida pessoal, pois lá tenho parentes e amigos, e mais do que isto boa parte dos padres que atuam na região é de ex-alunos meus, ou seja, há todo um ambiente favorável para exercer um bom trabalho e espera fazer isto. No que depender de mim, os católicos da Diocese de Coroatá vão ter uma boa ação da Igreja em suas vidas. Torço também para que o meu trabalho sirva de exemplo e muitos outros jovens queiram seguir a carreira de padre. Afinal de contas, estamos precisando de mais sacerdotes para orientar o povo.



2 – Como motivar jovens a entrar na vida sacerdotal num ambiente de muitas denúncias contra a Igreja?



- Nós acompanhamos este momento com muito sofrimento, com muita tristeza, mas as descobertas destas fraquezas, exaustivamente alardeada, só servem de estímulos para os que pretendem seguir corretamente a vida de padre. Não podemos descartar que por trás dessas denúncias existam interesses políticos, econômicos e outros, até porque a nossa Igreja é uma instituição muito forte e algumas das denúncias não passam de chantagens em busca de indenizações. Por conta dessas coisas acho que os jovens realmente vocacionados devam ingressar na vida sacerdotal, ajudar a fortalecer uma instituição que só faz o bem para a humanidade.



3 – Na sua dissertação de mestrado, a que conclusão o senhor chegou sobre o Cristianismo e as outras religiões?



- Eu não procurei estabelecer diferenças, até porque temos que respeitar todas as demais crenças, conviver com elas e procurar juntar a todos em favor do grande projeto de Deus. O meu estudo foi no sentido de mostrar que é possível esta harmonia tendo o ensinamento de Jesus Cristo como baliza, isto é, nós podemos viver bem mais tranqüilos, fortalecidos espiritualmente se conseguirmos ser fieís aos ensinamentos de Cristo. Este foi o meu objetivo com esse estudo, até porque não sou defensor da separação das religiões, muito pelo contrário juntá-las, fazer com seus membros se guiem pelo mesmo ensinamento de Deus.



4 – Dom Sebastião, como foram estes momentos que antecederam sua nomeação de bispo?



- Por mais que estivesse preparado, há sempre um momento de tensão. Afinal de contas, passarei a responder por uma parcela muito expressiva do rebanho católico no Maranhão, bem como terei de cuidar do patrimônio da Igreja. Tudo isto gera uma expectativa muito grande, a vontade querer fazer o melhor da melhor maneira, daí porque não há porque não sentir ansiedade, mas estive muito convicto da missão que me foi incumbida e posso dizer que vivi momentos de inquietação emocional, porém nada que abalasse a minha determinação de não decepcionar quem em mim confiou e principalmente os que irei assistir espiritualmente.

5 – Na formação do sacerdote existe disciplinas sobre gestão, já que vocês terão de ser também gestores?



- É bem verdade que muitos de nós não estamos devidamente preparados para gerenciar as obras da igreja com a mesma fixação de um executivo, de um empresário, de gestor público etc, o que não impede de exercer um bom trabalho, mas buscando tornar ainda mais eficiente os trabalhos da Igreja, já foi introduzida no seminário a disciplina Administração Paroquial, em que o seminarista aprender questões básicas para garantir o bom funcionamento. De qualquer forma, com nossa convivência vamos adquirindo a experiência para manter bem conservado o patrimônio da Igreja, para garantir também boas condições de funcionamento da nossa santa instituição.

sábado, 24 de abril de 2010

30 ANOS DE DIOCESANO!

DIRETORA MARIA BAIANO EM PRONUNCIAMENTO NA INALGURAÇÃO DO LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA
JOVEM JOZIEL ENCENANDO O MENESTREL DE Shakespeare
ALUNOS COM A BANDEIRA DA ESCOLA NA SANTA MISSA DOS 30 ANOS

MISSA DOS 30 ANOS
JUVENTUDE DIOCESANO AGITANDO O ARRASTÃO!
PROFESSOR JOÃO BAIANO COM A JUVENTUDE DIOCESANO!


ARRASTÃO DOS 30 ANOS!
Com a elevação da Diocese, o Ginásio Coroataense recebeu a denominação de
Colégio Diocesano de Coroatá em 14 de abril de 1980, com a finalidade de formar a comunidade escolar infanto-juvenil que integra a porção do povo de Deus, e tantos outros que ingressarem em busca do conhecimento.Taodos aceitos sem discriminação
de cor,raça ou credo.
O Colégio Diocesano de Coroatá, fundado por Dom Reinaldo Pünder, dá continuidade
aos trabalhos educacionais do antigo Ginásio Coroataense (PIOXII) criado pelo então Monsenhor Benedito Estrela, entusiasta da Educação Católica da cidade e dirigido por Dr.Orlando Jansen, quando o sacerdote foi transferido de Coroatá
para São Luís.
Por entender que a base necessária para o exercício pleno da cidadania, é a Educa-
ção, onde o indivíduo adquire conhecimentos, competências e habilidades necessá-
rias a vida em sociedade, o Colégio Diocesano começa a funcionar suas atividades
inicialmente em prédio cedido pela igreja, no mesmo local que se encontra as
atuais instalações.
O Colégio Diocesano de Coroatá há 30 anos presta importantes serviços à popula-
ção de Coroatá, sendo citado como um dos grandes colégios existentes no maranhão,
pela sua atenção e nível de ensino diferenciado, que a cada dia cultiva maior
simpatia pela comunidade.
Os alunos do Colégio Diocesano de Coroatá pertencem a todas as classes, sendo que
a entidade, por ser de caráter filantrópico, oferece descontos e até dispensas completas para uma boa porcentagem desses estudantes.Através da filosofia também
registrada no Regimento interno que é : PRIMEIRO O REINO DE DEUS, procura ser
perante a sociedade coroataense testemunho de serviço, vivência do evangelho, de
amor, partilha, sinceridade e respeito.
O Colégio Diocesano de Coroatá protagoniza eventos e participa ativamente de
movimentos sociais, cívicos e religiosos, antecipando-se por vezes às várias esco-
las de Coroatá, numa consciência de que a aprendizagem se constitui na interação entre processos de conhecimentos e sua inter-relação com o social, econômico, polí-
tico e cultural.
Sua ação transcedental se fundamenta na lição do "grande pedagogo" JESUS CRISTO
que despretensiosamente se faz próximo de todo ser humano, pela Eucaristia a
inspira a construção de uma sociedade mais humana, justa e feliz.

quinta-feira, 15 de abril de 2010

Coroatá festeja seus 90 anos!

Show da banda aviões do forró!
Prefeito Luís da Amovelar sendo entrevistado pela rádio educativa FM
Bolo que foi partido na praça Sarney
Jovens de várias escolas se fizeram presentes com músicas apresentas,teatro e dança
No dia 8 abril homenageamos o município de Coroatá pelos seus 90 anos de existência, com seus 63.000 habitantes a cidade avançou política e economicamente no decorrer do século XX, sendo considerada uma das mais importantes do interior do estado. Coroatá originou-se de "depósitos" ou "paiós” (espécie de posto ) de fazendeiros e de visitantes de outras regiões, notadamente do Mearim.Os primeiros habitantes a penetrarem no município foram os portugueses e a eles, juntaram-se mais tarde habitantes das zonas vizinhas.Com o progresso do povoado, chegaram novos imigrantes destacando-se os sírio-libaneses que, desenvolvendo o comércio, contribuíram na independência da localidade.Em 5 de novembro de 1843, através da lei n°173, foi criada a Vila Coroatá, sendo este território desmembrado do município e Caxias e Itapecuru-Mirim.Após 77 anos, mais precisamente no dia 8 de abril de 1920, Coroatá foi elevada à categoria de cidade, favorecido pela lei nº924, no governo do Dr.Urbano Santos de Araújo.Localizada a 260 km da capital São Luís, tem o seu perímetro urbano paralelo ao Rio Itapecuru e a estrada de Ferro São Luís-Teresina, cuja estação foi Coroatá Grande, quando era ainda um arraial.Este nome derivol-se de uma planta existente na região chamada pelos moradores de piteira ou agave;a planta era originaria do México e os indígenas conheciam-na como Croatá-Açu.Mais tarde os habitantes começaram a se transportar para um lugar mais próximo do rio Itapecuru onde foi edificada a cidade.