Blog do Prof.João Baiano

EDUCAÇÃO PARA VIDA!

quarta-feira, 28 de abril de 2010

EM TIMON, JOVEM MATA E MUTILA OS PAIS POR CAUSA DE DÍZIMO DA IGREJA UNIVERSAL

A estudante de 24 anos, Lineuza Oliveira e Silva, confessou ter matado com golpes de faca, serrote e machado, os pais adotivos Lourival Rodrigues da Silva, 73 anos, e a mãe, Joana Borges de Oliveira e Silva, de 71 anos, na madrugada deste domingo (25) no município de Timon, a 434 quilômetros de São Luís.


A informação foi repassada pela delegada Wládia Holanda, que estava de plantão na Central de Flagrantes e acompanha o caso. O crime chocou a cidade de Timon neste final de semana. Segundo a delegada, o pastor da igreja Universal será investigado.


Lineuza foi transferida ainda neste domingo para o presídio Jorge Vieira, onde vai esperar pela conclusão do inquérito.


De acordo com a delegada Wládia Holanda, que recebeu o caso na Central de Flagrantes, disse que Lineuza teria cometido o duplo homicídio qualificado por fanatismo religioso. “Ela teria débitos de dízimos da Igreja Universal e extorquia os pais para pagá-los, como eles se negaram, era teria praticamente premeditado o crime”, destaca a delegada.


A delegada disse ainda que a acusada apresenta indícios de que tenha problemas mentais. “Só um médico pode atestar concretamente. Como o caso foi encaminhado para a Delegacia de Homicídios, o delegado de lá pode pedir o exame de sanidade mental”, explicou Wládia Holanda.


Ela afirmou que além da acusada, outras pessoas também prestaram depoimentos. E o pastor da Igreja, que já foi identificado, também será investigado.

O crime foi considerado pelos próprios policiais como "selvagem e bárbaro". O corpo do pai foi encontrado com a face achatada por um golpe de machado na sala, da residência onde os três moravam juntos, na Vila Angélica. A mãe, que é cadeirante e estava deitada, não pôde se defender, das facadas que a filha desferiu. Dona Joana teve o tórax aberto pelo serrote.


Lineuza ainda mutilou os corpos, cortando braços e pernas dos pais. O crime aconteceu na madrugada, mas os vizinhos só encontraram os idosos por volta das 9 horas. A estudante que havia fugido foi encontrada pouco tempo depois pela polícia.

As informações são do Portal Cidade Verde

terça-feira, 27 de abril de 2010

FLÁVIO DINO VISITA COROATÁ


                                           professor João Baiano com Flávio Dino

No dia 16 de abril, Coroatá acolheu com muito afeto a visita do deputado federal Flávio Dino (pré-candidato) ao governo do estado do maranhão. Leia abaixo as principais partes do discurso de Flávio Dino:
“A razão de nós estarmos aqui nessa noite é uma visão do que o Brasil é, do que o Brasil pode ser, do que o Brasil será e uma avaliação do que o Maranhão é, do que ele do que ele pode ser, do que ele será ou daquilo que ele não será. É como se nós tivéssemos num trem e o Maranhão achou o caminho para puxar esse trem, só que nós estamos no último vagão desse trem. De cada 1000 crianças que nascem no maranhão, muitas morrem antes de completar 1 ano de idade, é o que podemos ver nos dados sobre a mortalidade infantil do nosso estado, quando essas crianças tiverem 16 anos, somente metade terá terminado o ensino fundamental a antiga 8º série (hoje 9º ano) e quando estiverem com 19 anos, somente metade de 25% terá completado o ensino médio o antigo 2º grau.
Uma criança que nasceu aqui no maranhão, aqui em Coroatá, se difere de uma criança que nasceu em Brasília, a criança do maranhão tem uma expectativa de vida 8 anos menor do que a expectativa da criança que nasceu em Brasília.É como se houvesse uma condenação antecipada, se a criança de Brasília viver 70 anos o maranhense terá vivido 62 anos.
Quando me refiro que o maranhão está no último vagão do trem é porque programas federais, como o luz para todos e outras políticas sociais estão ligados aos problemas que aqui foram apresentados pela população coroataense. Como é que nossos governantes muitas das vezes deixaram que o Brasil deixasse de ser um país rico, com o povo na mercê da pobreza?! E essa é a marca da vida brasileira de sempre, a marca da injustiça social, a novidade que se produziu no Brasil, faz com que o país seja ouvido hoje no mundo e é exatamente a idéia de como nós podemos fazer com que tenhamos um país rico, onde divida adequadamente a riqueza.
Nós temos esse cenário de prosperidades no Brasil e no maranhão pela frente, em razão disto é que estivemos aqui discutindo essas importantes colocações nessa noite companheiros e companheiras de Coroatá. Um forte abraço ao povo Coroataense!
FLÁVIO DINO

Dom Sebastião Bandeira é acolhido na diocese de Coroatá




chegada dos vários bispos que se fizeram presente


Dom Sebastião Bandeira Coelho foi acolhido na diocese de Coroatá no dia 10 de abril para o início do seu ministério como bispo coadjutor, em uma celebração Eucarística que contou com a participação de centenas de pessoas entre amigos e fieis das Igrejas do Maranhão e de Manaus.





As 12 dioceses da Igreja Católica no Maranhão eram todas elas dirigidas por bispos não-nascidos no Maranhão, sendo que 50% delas tinham em seu comando sacerdotes de outros países – Itália, Alemanha, Espanha, Franca – mas esta realidade começou a mudar no dia 10 de abril de 2010, com a posse de Dom Sebastião Bandeira Coelho, 51 anos, em Coroatá. Natural de Riachão, ele foi transferido do Amazonas, onde estava desde 2005, quando foi nomeado bispo auxiliar de Manaus, e para ele o retorno ao Maranhão, numa posição de destaque pode influenciar novos jovens a seguir a carreira sacerdotal.

Filho do ex-seminarista Quintiliano Pereira Coelho (sua mãe é Gregória), que após desistir da batina foi ser pecuarista, e irmão de dois ex-seminaristas também (Francisco, hoje médico, e Antônio Luís, fazendeiro), Sebastião Coelho descobriu a vocação sacerdotal aos 11 anos, quando ainda era do Colégio Artur Lemos, em sua cidade. Pelas experiências anteriores dos parentes e ambiente religioso entre eles, o anúncio foi recebido com euforia pelos pais, fervorosos católicos, que viam finalmente nele a oportunidade de se concretizar um sonho: um padre na família.

Decidido sobre o que iria ser na vida, ele foi para a cidade de Balsas, onde cursou o seminário menor no Seminário São Pio X. Concluído o correspondente ao ensino fundamental, veio para São Luís, onde foi aluno do Zoé Cerveira e do Liceu Maranhense. A fase, propriamente dita, de preparação para a vida sacerdotal, deu-se em Fortaleza, onde por seis anos se aprofundou nos estudos da Filosofia e da Teologia.

Ordenado em 1984, Dom Sebastião foi padre nas paróquias de São Raimundo das Mangabeiras, Balsas, Fortaleza dos Nogueira e São Luís, onde foi professor e coordenador do curso de Teologia do Instituto de Ensino Superior do Maranhão (Iesma). Ele estava em Roma, na Itália, concluindo o seu mestrado, pela Pontifícia Universidade Gregoriana – PUG, onde defendeu a dissertação O Cristianismo e as Outras Religiões, quando foi surpreendido com a nomeação, pelo então Papa João Paulo II, bispo auxiliar de Manaus.

Como o pontífice chega a esta decisão, supõe-se que seja por indicação de alguém, mas Dom Sebastião jura que nunca soube quem intercedeu a seu favor. “São segredos da Igreja”, resume, revelando que nem tudo o que acontece dentro dela se torna público.

O Amazonas foi uma grande uma grande descoberta, pois teve de conviver com um situação geográfica bem complicada, sendo obrigado a fazer grandes deslocamentos em barcos para levar sua pregação às comunidade mais afastadas da capital. Estava já familiarizada com este estilo de vida, quando novamente foi surpreendido por uma decisão papal, pois no ano passado o Papa Bento XVI o nomeou bispo de Coroatá, e novamente fica o responsável (ou responsáveis) pela indicação no anonimato. “Com certeza não foi obra do acaso, tampouco uma decisão isolada de Sua Santidade, porém talvez nunca saiba que foi o intercessor”.






Dom Sebastião Bandeira Coelho




Bispo - Dom Sebastião não é o único bispo maranhense, pois existem outros três: Dom Jacinto Brito, que está lotado em Crateús (CE), Dom José Carlos (emérito), em Maceió (AL), e Dom Adalberto (emérito), em Fortaleza (CE), ou seja, apenas ele e o primeiro estão na ativa, sendo ele o único nascido no Maranhão atuando em seu próprio estado.

Pelas estimativas do bispo, existem hoje pouco mais de 200 jovens nos seminários do Maranhão. Quanto destes serão ordenado não se sabe, mas ele espera que sua nomeação sirva de estímulo para que todos estes e muitos outros que ainda esperam ingressar no ensino teológico ajudem a formar mais padres. “É um momento muito importante para a nossa Igreja, pois muitos irão perceber que é possível ascender na carreira sacerdotal e servir em sua própria terra”.

Indagado sobre o que passa na cabeça de um jovem quando decide ser padre, já que na maioria dos casos alguém escolhe uma profissão não apenas pela vocação, mas pelas oportunidades de ascensão social, econômica e política, Dom Sebastião diz que só a fé, o amor a Jesus Cristo, a vontade de seguir o ensinamento de Deus e a determinação de espalhar a fé cristã explicam. No seu caso, diz que foi fácil tomar a decisão, já que em sua casa sempre conviveu com um ambiente em que o catolicismo sempre guiou os pais, os irmãos (são nove) e os demais parentes.

Mesmo não tendo remuneração definida como salário e grandes verbas para gerenciar, Dom Sebastião diz que a vida de um bispo tem um padrão melhor que a de um padre, até porque ele precisa estar em boas condições espirituais e materiais para cumprir bem a sua missão, ou seja, todas as suas despesas, incluindo carro com tanque cheio, são custeadas pela própria Igreja, cabendo a ele apenas uma pequena reserva para uma eventualidade ou para quando for para aposentadoria.

Nem mesmo as recentes denúncias que afetam a Igreja faz com que Dom Sebastião seja tentado a rever sua decisão, pois sabe que as fraquezas de alguns não vão macular o trabalho evangelizador. A ascensão em tempo tão curto também não o empolga a almejar outras posições, até porque cada um deve seguir exatamente aquilo que está sendo lhe pedido pela Igreja, e ele espera ser um bom bispo para Coroatá, cuja diocese responde por mais de 500 mil pessoas, espalhadas pelas 16 paróquias.



Natação - Um dos principais desafios para quem deseja seguir a carreira sacerdotal é o voto de pobreza, que aliado aos da castidade e da obediência, podem definir um bom padre. Aliás, na hierarquia da Igreja só existem dois cargos, padre e bispo, os demais – monsenhor, cardeal etc – são apenas títulos. Nesta filosofia de vida, portanto, não dá para almejar bens materiais, confortos exagerados, vaidades etc. Quando está de férias, por exemplo, Riachão é sempre o lugar escolhido para os dias de descanso, se é que consegue ficar sem atividade num ambiente de muitos parentes, muitos amigos.

“Gosto do reencontro com minha terra, com minha gente, com meus amigos”, justifica.



Desnecessário dizer que nas horas de lazer um sacerdote goste de ler. Afinal de contas é através da leitura que ele aprofunda seus conhecimentos, mas há algo que Dom Sebastião gosta de fazer nos momentos de folga: nadar. Segundo ele, não é aconselhável para um bispo estar numa academia, por isto seus exercícios são feitos em ambientes naturais, rios, mares e lagos. Quando estava no Amazonas, por exemplo, passava muitas horas dando braçadas nas águas dos rios, e este exercício, além de ajudar a manter a forma, serve para relaxar.

“Eu descarrego todas as tensões quando estou nadando”, reforça. Outro hobby deste sacerdote é cinema, e sempre que pode vai a uma dessas casas, mas na maioria das vezes assiste mesmo em casa.

Perguntado se um bispo pode fazer planos para conhecer, apenas por conhecer, uma cidade, outro país, Dom Sebastião é categórico: “são coisas que não podem estar no propósito de quem deseja ser um sacerdote”.



Cinco perguntas para Dom Sebastião Coelho



1 – Tem algum significado especial sua nomeação para bispo de Coroatá?



- Com certeza tem, pois poderei exercer meu trabalho em minha própria terra. Coroatá, aliás, tem algo de muito especial em minha vida pessoal, pois lá tenho parentes e amigos, e mais do que isto boa parte dos padres que atuam na região é de ex-alunos meus, ou seja, há todo um ambiente favorável para exercer um bom trabalho e espera fazer isto. No que depender de mim, os católicos da Diocese de Coroatá vão ter uma boa ação da Igreja em suas vidas. Torço também para que o meu trabalho sirva de exemplo e muitos outros jovens queiram seguir a carreira de padre. Afinal de contas, estamos precisando de mais sacerdotes para orientar o povo.



2 – Como motivar jovens a entrar na vida sacerdotal num ambiente de muitas denúncias contra a Igreja?



- Nós acompanhamos este momento com muito sofrimento, com muita tristeza, mas as descobertas destas fraquezas, exaustivamente alardeada, só servem de estímulos para os que pretendem seguir corretamente a vida de padre. Não podemos descartar que por trás dessas denúncias existam interesses políticos, econômicos e outros, até porque a nossa Igreja é uma instituição muito forte e algumas das denúncias não passam de chantagens em busca de indenizações. Por conta dessas coisas acho que os jovens realmente vocacionados devam ingressar na vida sacerdotal, ajudar a fortalecer uma instituição que só faz o bem para a humanidade.



3 – Na sua dissertação de mestrado, a que conclusão o senhor chegou sobre o Cristianismo e as outras religiões?



- Eu não procurei estabelecer diferenças, até porque temos que respeitar todas as demais crenças, conviver com elas e procurar juntar a todos em favor do grande projeto de Deus. O meu estudo foi no sentido de mostrar que é possível esta harmonia tendo o ensinamento de Jesus Cristo como baliza, isto é, nós podemos viver bem mais tranqüilos, fortalecidos espiritualmente se conseguirmos ser fieís aos ensinamentos de Cristo. Este foi o meu objetivo com esse estudo, até porque não sou defensor da separação das religiões, muito pelo contrário juntá-las, fazer com seus membros se guiem pelo mesmo ensinamento de Deus.



4 – Dom Sebastião, como foram estes momentos que antecederam sua nomeação de bispo?



- Por mais que estivesse preparado, há sempre um momento de tensão. Afinal de contas, passarei a responder por uma parcela muito expressiva do rebanho católico no Maranhão, bem como terei de cuidar do patrimônio da Igreja. Tudo isto gera uma expectativa muito grande, a vontade querer fazer o melhor da melhor maneira, daí porque não há porque não sentir ansiedade, mas estive muito convicto da missão que me foi incumbida e posso dizer que vivi momentos de inquietação emocional, porém nada que abalasse a minha determinação de não decepcionar quem em mim confiou e principalmente os que irei assistir espiritualmente.

5 – Na formação do sacerdote existe disciplinas sobre gestão, já que vocês terão de ser também gestores?



- É bem verdade que muitos de nós não estamos devidamente preparados para gerenciar as obras da igreja com a mesma fixação de um executivo, de um empresário, de gestor público etc, o que não impede de exercer um bom trabalho, mas buscando tornar ainda mais eficiente os trabalhos da Igreja, já foi introduzida no seminário a disciplina Administração Paroquial, em que o seminarista aprender questões básicas para garantir o bom funcionamento. De qualquer forma, com nossa convivência vamos adquirindo a experiência para manter bem conservado o patrimônio da Igreja, para garantir também boas condições de funcionamento da nossa santa instituição.

sábado, 24 de abril de 2010

30 ANOS DE DIOCESANO!

DIRETORA MARIA BAIANO EM PRONUNCIAMENTO NA INALGURAÇÃO DO LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA
JOVEM JOZIEL ENCENANDO O MENESTREL DE Shakespeare
ALUNOS COM A BANDEIRA DA ESCOLA NA SANTA MISSA DOS 30 ANOS

MISSA DOS 30 ANOS
JUVENTUDE DIOCESANO AGITANDO O ARRASTÃO!
PROFESSOR JOÃO BAIANO COM A JUVENTUDE DIOCESANO!


ARRASTÃO DOS 30 ANOS!
Com a elevação da Diocese, o Ginásio Coroataense recebeu a denominação de
Colégio Diocesano de Coroatá em 14 de abril de 1980, com a finalidade de formar a comunidade escolar infanto-juvenil que integra a porção do povo de Deus, e tantos outros que ingressarem em busca do conhecimento.Taodos aceitos sem discriminação
de cor,raça ou credo.
O Colégio Diocesano de Coroatá, fundado por Dom Reinaldo Pünder, dá continuidade
aos trabalhos educacionais do antigo Ginásio Coroataense (PIOXII) criado pelo então Monsenhor Benedito Estrela, entusiasta da Educação Católica da cidade e dirigido por Dr.Orlando Jansen, quando o sacerdote foi transferido de Coroatá
para São Luís.
Por entender que a base necessária para o exercício pleno da cidadania, é a Educa-
ção, onde o indivíduo adquire conhecimentos, competências e habilidades necessá-
rias a vida em sociedade, o Colégio Diocesano começa a funcionar suas atividades
inicialmente em prédio cedido pela igreja, no mesmo local que se encontra as
atuais instalações.
O Colégio Diocesano de Coroatá há 30 anos presta importantes serviços à popula-
ção de Coroatá, sendo citado como um dos grandes colégios existentes no maranhão,
pela sua atenção e nível de ensino diferenciado, que a cada dia cultiva maior
simpatia pela comunidade.
Os alunos do Colégio Diocesano de Coroatá pertencem a todas as classes, sendo que
a entidade, por ser de caráter filantrópico, oferece descontos e até dispensas completas para uma boa porcentagem desses estudantes.Através da filosofia também
registrada no Regimento interno que é : PRIMEIRO O REINO DE DEUS, procura ser
perante a sociedade coroataense testemunho de serviço, vivência do evangelho, de
amor, partilha, sinceridade e respeito.
O Colégio Diocesano de Coroatá protagoniza eventos e participa ativamente de
movimentos sociais, cívicos e religiosos, antecipando-se por vezes às várias esco-
las de Coroatá, numa consciência de que a aprendizagem se constitui na interação entre processos de conhecimentos e sua inter-relação com o social, econômico, polí-
tico e cultural.
Sua ação transcedental se fundamenta na lição do "grande pedagogo" JESUS CRISTO
que despretensiosamente se faz próximo de todo ser humano, pela Eucaristia a
inspira a construção de uma sociedade mais humana, justa e feliz.

quinta-feira, 15 de abril de 2010

Coroatá festeja seus 90 anos!

Show da banda aviões do forró!
Prefeito Luís da Amovelar sendo entrevistado pela rádio educativa FM
Bolo que foi partido na praça Sarney
Jovens de várias escolas se fizeram presentes com músicas apresentas,teatro e dança
No dia 8 abril homenageamos o município de Coroatá pelos seus 90 anos de existência, com seus 63.000 habitantes a cidade avançou política e economicamente no decorrer do século XX, sendo considerada uma das mais importantes do interior do estado. Coroatá originou-se de "depósitos" ou "paiós” (espécie de posto ) de fazendeiros e de visitantes de outras regiões, notadamente do Mearim.Os primeiros habitantes a penetrarem no município foram os portugueses e a eles, juntaram-se mais tarde habitantes das zonas vizinhas.Com o progresso do povoado, chegaram novos imigrantes destacando-se os sírio-libaneses que, desenvolvendo o comércio, contribuíram na independência da localidade.Em 5 de novembro de 1843, através da lei n°173, foi criada a Vila Coroatá, sendo este território desmembrado do município e Caxias e Itapecuru-Mirim.Após 77 anos, mais precisamente no dia 8 de abril de 1920, Coroatá foi elevada à categoria de cidade, favorecido pela lei nº924, no governo do Dr.Urbano Santos de Araújo.Localizada a 260 km da capital São Luís, tem o seu perímetro urbano paralelo ao Rio Itapecuru e a estrada de Ferro São Luís-Teresina, cuja estação foi Coroatá Grande, quando era ainda um arraial.Este nome derivol-se de uma planta existente na região chamada pelos moradores de piteira ou agave;a planta era originaria do México e os indígenas conheciam-na como Croatá-Açu.Mais tarde os habitantes começaram a se transportar para um lugar mais próximo do rio Itapecuru onde foi edificada a cidade.

quarta-feira, 31 de março de 2010

O que a vitória de Dourado ensina ao BBB11


Dois dias depois de apresentar um “editorial” em defesa da diversidade e em repulsa ao preconceito, Pedro Bial voltou a fazer um discurso com cara de explicação oficial da emissora: “Dourado não foi homofóbico no BBB”, decretou, sem apresentar argumentos a favor ou contra, momentos antes de anunciar o lutador como o vencedor do prêmio de R$ 1,5 milhão.

Foi o único momento estranho na animada festa de encerramento da décima edição – quase duas horas de programa, com edição caprichada, inúmeros quadros de antologia, show de Ivete Sangalo e “recorde mundial” de votos em programas do gênero, segundo a emissora (154,8 milhões).

Os números consolidados da audiência e o balanço da operação comercial dirão se esta edição foi ou não um sucesso. Mas é fato que foi uma das mais polêmicas e comentadas, tendo provocado discussões pesadas e, até, intervenção da Justiça no programa. O que se segue é uma tentativa de resumir o que deu e o que não deu certo no BBB10:

O que funcionou

1. Elenco: O “zoológico humano”, como classificou Pedro Bial, nunca foi tão variado e eclético. Os 15 participantes selecionados pela produção ofereciam possibilidades de enredos muito diferentes – além das modelos e dos fortões de sempre, havia uma lingüista, um publicitário, uma PM, uma dentista e um maquiador.

2. Diversidade: A inclusão de três gays assumidos na casa ofereceu ao grande público uma rara visão, na TV, de diferentes aspectos do universo homossexual. Um avanço, pois, como diz o novelista Aguinaldo Silva, “há telespectador da Globo que não sabe nem que homossexualidade existe...”

3. A Internet como protagonista. Boninho recrutou dois participantes (Tessália e Serginho) na rede. O público teve o poder de participar, pela internet, de uma das provas que valiam a liderança. Os “brothers” postavam diariamente no Twitter. O sistema de votação foi simplificado, dando peso igual aos votos pela internet, SMS e telefone.

4. Boninho no Twitter: O diretor assumiu o papel de animador de auditório na rede social. Deu notícias em primeira mão, substituindo a assessoria de imprensa da Globo, respondeu a leitores, polemizou com repórteres e críticos dos quais discordou, fez piadas, recolheu sugestões e, em um raro momento de humildade, admitiu erros do programa no Twitter.

O que não funcionou

1. O retorno dos que não foram: A prometida “surpresa” de Boninho no BBB10 foi o convite a dois ex-participantes do programa, entre cinco, a voltar à casa. O primeiro sinal de que a ideia não era boa foi dado por Fani, que passou mal ao saber que não havia sido uma das escolhidas. O segundo sinal foi captado internamente pelos novatos, que trataram de indicar Joseane na primeira votação, e pelo público, que a eliminou de imediato.

2. BBBólogo: Marcelo Dourado mostrou que o conhecimento adquirido em sua primeira – e desastrada – participação foi uma vantagem em seu retorno. Mais maduro e esperto, o lutador deu ritmo ao jogo e impôs aos demais a sua maneira de encarar a disputa. Claramente, desequilibrou o jogo.

3. Duas casas: A divisão por tribos óbvias e, em seguida, por casas (“luxo” versus “puxadinho”) estabeleceu uma dinâmica ao programa, que terminou por se tornar previsível. O problema já havia ocorrido no BBB9, mas acentuou-se nesta edição. Por várias semanas, o público conseguiu prever quem ia para o paredão.

4. Informação externa: Sempre vaza alguma coisa de fora para dentro, mas no BBB10 só faltou eles leram jornal ou acessarem a internet. Em duas situações (“poder supremo” e votação de um desenho), os candidatos tiveram uma informação sobre a popularidade de Dourado. No Carnaval, Dicesar e Cacau receberam várias dicas do público. Fernanda recebeu uma carta com informação que mudou seu comportamento no jogo, além de ter dito que foi instruída pessoalmente pelo “boss”.

5. Votar até o dedo cair: A suspeita de que alguns fã-clubes conseguiram burlar a votação da Globo prosperou na Internet e a emissora não fez o menor esforço em provar que o seu sistema é seguro. A Globo também se mostrou indiferente às suspeitas provocadas pelas grandes oscilações no número total de votos. De um paredão com 92 milhões de votos (Cacau) registrou-se, uma semana depois, um com 37 milhões (Eliéser). De um paredão com 12 milhões (Serginho) o programa saltou, apenas dois dias depois, para um com 92 milhões (Maroca).

6. Chacrinha? Depois de Dourado, Pedro Bial foi o participante que mais chamou a atenção no BBB. Gaguejou na estreia, foi grosseiro com Lia, ao dizer que ela “provocou” o rapper Akon, tripudiou de Eliéser em várias situações, abusou das piadas sem graça, insistiu em discursos sem pé nem cabeça e não disfarçou suas antipatias. Em várias ocasiões parecia abatido. No programa de encerramento, estava visivelmente alegre, mas não perdeu o costume de apelar. Chamou Cadu de “pinto doce” e disse que Fernanda tem cara de “meliante”.

segunda-feira, 29 de março de 2010

Casal Nardoni é condenado em júri popular



O juiz Maurício Fossen anunciou, à 0h27 deste sábado, que Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá foram considerados culpados pela morte da filha dele, Isabella Nardoni, em março de 2008. Os jurados entenderam que a menina foi asfixiada pela madrasta e jogada pela janela do apartamento do casal, no sexto andar de um edifício em São Paulo, pelo pai.


As penas estabelecidas são de 31 anos, um mês e dez dias de reclusão para Nardoni e de 26 anos e oito meses para Anna Carolina, por homicídio triplamente qualificado (meio cruel, sem chance de defesa e vítima menor de 14 anos), em regime fechado. Os réus ainda foram condenados a mais oito meses de reclusão cada um por fraude processual. Coincidentemente o tempo de prisão determinado corresponde às idades de cada um dos réus.




O julgamento durou cinco dias e foi realizado no Fórum de Santana, zona norte de São Paulo. À 1h da madrugada do sábado os réus foram retirados do fórum. Espectadores exaltados correram atrás do camburão da polícia. Eles foram levados ao presídio de Tremembé, distante cerca de 138 km da capital.